Como o GuiaBolso pode tomar o posto de maior fintech do Brasil do Nubank

Da Redação

Por Da Redação

20 de fevereiro de 2018 às 12:09 - Atualizado há 3 anos

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Depois de um investimento de R$ 125 milhões em outubro do ano passado, o GuiaBolso está preparando uma ofensiva que pode transformá-la na principal startup de fintech do Brasil. Entre as 50 mais inovadoras do mundo, em ranking da KPMG, o GuiaBolso só tem na sua frente o Nubank, que também faz um trabalho espetacular.

A companhia este ano pretende entrar em dois segmentos novos: cartões de crédito (talvez incomodando um pouco o Nubank aí) e investimentos. Ano passado, a empresa já fez crescer um negócio completamente novo, o Just, de empréstimos pessoais com taxas menores que as praticadas pelo mercado. Esse foi um bom movimento que trouxe receitas para a empresa, a famosa monetização do negócio.

Não que dinheiro seja o único objetivo da empresa: o GuiaBolso é uma das startups mais missionárias que existem no Brasil. Startup que tem propósito costuma estourar e ser muito mais resiliente do que empresas que “apenas querem ganhar dinheiro”, as famosas empresas mercenárias.

É assim desde o começo. Thiago Álvarez e Benjamin Gleason, os fundadores e co-CEOs, se conheceram fazendo trabalho voluntário para pessoas carentes em comunidades do Rio de Janeiro. Resolveram montar uma empresa que fizesse o bem para as pessoas e assim nasceu o GuiaBolso, um aplicativo que já fez os brasileiros economizarem milhões de reais.

Na verdade, centenas de milhões de reais, educando-os em como tratar melhor o seu dinheiro. Ganhar dinheiro é bom, mas ganhar dinheiro fazendo o bem para as pessoas é AINDA melhor. Se torna consequência de um trabalho altamente gratificante.

Mas para ajudar o máximo de pessoas, a empresa precisa se diversificar. Não importa que tipo de produto de cartão de crédito o GuiaBolso crie (seja ele próprio, parceria ou “apenas” uma ferramenta para definir qual melhor cartão para você), ele tem potencial para impactar milhões de pessoas no Brasil. Principalmente se ele seguir toda a cultura do GuiaBolso. E o mesmo é válido para o produto de investimentos.

Embora não existam muitas certezas a respeito dos dois produtos ainda (afinal, estão em maturação no GuiaBolso), quem ganha com este movimento é o consumidor brasileiro que ganha uma nova opção nestes dois segmentos tão importantes. Se bem executados, são capazes de catapultar a startup para o posto de fintech principal do Brasil (este que é ocupado pelo Nubank hoje).

E principalmente: se muito bem executado, é capaz de transformar o GuiaBolso no segundo unicórnio do Brasil – algo que ela já tem um grande potencial para ser. Seja qual for o seu destino, a companhia tem seguido muito o caminho para ser o mais extraordinária possível.

Na briga do GuiaBolso, Nubank, Yubb, Warren e outras centenas de fintechs nacionais contra o serviço, quem ganha é você. Boa sorte para elas!