Fazenda Futuro lança versão 2.0 de seu hambúrguer feito de plantas

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

19 de setembro de 2019 às 12:23 - Atualizado há 1 ano

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

A Fazenda Futuro anunciou, nesta quinta-feira (19), uma nova versão do seu hambúrguer feito de plantas. A nova receita se propõe a ser ainda mais parecida com a carne bovina, mas com menos gordura, sódio e calorias. A novidade chegará aos supermercados e restaurantes a partir do dia 24 de setembro.

De acordo com a empresa, a versão 2.0 do Futuro Burger ficou menos defumada em comparação a primeira. O hambúrguer que era frequentemente comparado a linguiças agora deve possuir sabor mais parecido com um bife de carne bovina.

A empresa ouviu as sugestões e críticas dos consumidores para desenvolver a nova versão. “Ao longo desses meses, investimos nas pesquisas de novas tecnologias capazes de nos deixar sempre à frente no mercado, permitindo atualizações frequentes e, claro, sem boi de verdade”, conta Marcos Leta, fundador da startup, no anúncio.

A meta da Fazenda Futuro é tornar a “carne feita de plantas” mais barata do que a de origem animal e de ampliar cada vez mais seu portfólio. Desde que foi criada, a empresa se posiciona como um concorrente aos frigoríficos, conquistando não apenas vegetarianos e veganos, mas pessoas que desejam reduzir o consumo de carne animal.

A carne feita de plantas é uma das principais tendências para a alimentação do futuro. Hoje, é um mercado avaliado em US$ 4,6 bilhões, mas de acordo com projeções do banco de investimentos UBS, a expectativa é que chegue em US$ 8,5 bilhões até 2030. O assunto foi tema de discussão do episódio #5 do MVP, podcast da StartSe. Ouça no Spotify, Deezer ou Apple Podcasts.