Escolas complementam ensino de crianças e adolescentes usando programação

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

18 de abril de 2018 às 14:23 - Atualizado há 2 anos

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A programação tem, cada vez mais, deixado de ser uma tecnologia pouco acessível, utilizada por grandes empresas. A medida que a tecnologia tem ganhado mais espaço em todos os mercados, a programação tem se tornado um conteúdo interessante para qualquer profissional ter em seu currículo.

Prova de que a programação está cada vez mais valorizada é que a tecnologia está se tornando conteúdo de estudo para crianças e adolescentes. Na semana passada, comentamos como a Yadaa está trazendo o ensino de programação para crianças no país, trabalho que hoje também é realizado pela Happy Code. A Happy Code é uma escola especializada em programação voltada ao público de 6 a 17 anos.

Criada em 2015, a Happy Code visa utilizar a tecnologia não apenas como entretenimento, mas como um protagonista na vida de crianças. A escola de programação propõe projetos para alunos desenvolverem utilizando as novas tecnologias, permitindo que utilizem o raciocínio para resolução de problemas e que as crianças tenham novas experiências.

Nas aulas, alunos podem desenvolver desde um projeto de casa adaptada para deficientes auditivos até criarem aplicativos e jogos. Esta já é uma realidade para muitas crianças do Brasil: um menino de 10 anos de uma escola pública de Palmas desenvolveu um aplicativo para ajudar na alfabetização de crianças; uma criança de 7 anos criou um jogo eletrônico e foi premiado pela Nasa.

Na Happy Code, as crianças mais novas aprendem programação de forma lúdica, utilizando blocos para treinar coordenação motora e lógica simples. “É possível observar uma evolução do pensamento tecnológico. O nosso objetivo não é apenas formar programadores, mas que as crianças tenham conhecimento de como funciona o mundo digital”, comentou Graziela Ortega, Coordenadora de Tecnologia Educacional da Happy Code.

Para a coordenadora da escola de programação, mesmo que as crianças não utilizem a programação em suas profissões no futuro, ainda é importante que tenham esse conhecimento. “Hoje o mundo é digital. O universo da tecnologia tem abraçado cada vez mais o mundo inteiro e todas as áreas. A nanotecnologia é objeto de estudo na medicina, por exemplo”, afirmou.

“O ensino de programação vai se popularizar – é um caminho sem volta. A mudança já existe, muitas instituições de ensino já têm a necessidade de utilizar novas tecnologias na sala de aula para trazer uma aprendizagem personalizada para que o aluno seja o protagonista, mas ainda temos chão para caminhar”, comentou Graziela Ortega. Atualmente, é possível encontrar unidades da Happy Code em todas as regiões do Brasil e em Portugal.

A Happy Code é um exemplo em atuação de como a educação está sendo revolucionada pela tecnologia. Esse é o assunto do evento que a StartSe está realizando hoje, o EdTech Conference – fique ligado em nossas redes sociais para conhecer as principais inovações do setor!

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