Empresa de US$ 9 bilhões exposta em jornal precisará parar de usar sua tecnologia

Avatar

Por Júlia Miozzo

16 de outubro de 2015 às 11:42 - Atualizado há 6 anos

Logo Novo Curso

Transmissão exclusiva: Dia 08 de Março, às 21h

Descubra os elementos secretos que empresas de sucesso estão usando para se libertar do antigo modelo de Gestão Feudal de Negócios.

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

SÃO PAULO – Após a divulgação de que a Theranos utiliza sua própria tecnologia em apenas 10% dos exames de sangue, a startup parou de usar as picadas no dedo indicador para coletar amostras de sangue para todos, exceto em um de seus testes, por pressão de órgãos reguladores americanos. As informações são do The Wall Street Journal.

A fundadora e CEO da startup, Elizabeth Holmes, bilionária mais jovem dos EUA, criou a tecnologia de coletar pequenas amostras de sangue para tornar as análises mais baratas, permitindo que mais pessoas tenham acesso aos exames. Tradicionalmente, os exames de sangue são o método mais utilizado para detectar algumas doenças, e são necessárias diversas amostras para tal.

Na última quinta-feira (15), o jornal divulgou que a startup, avaliada em US$ 9 bilhões, tem dificuldades de lidar com sua própria tecnologia. “A história do Wall Street Journal de hoje sobre a Theranos é fatual e cientificamente errônea e baseada em asserções sem base de ex-funcionários descontentes e sem experiência”, respondeu a Theranos em comunicado oficial. A startup ainda afirma que apresentou fatos para o repórter para provar a precisão de seus testes e refutar as alegações falsas.