Confira o que rolou na comemoração de 2 anos do Cubo

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Por Isabela Borrelli

18 de setembro de 2017 às 11:43 - Atualizado há 3 anos

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Desde sua inauguração em setembro de 2015, o Cubo passou por diversas mudanças: 74 empresas já passaram por lá, mais de 200 negócios foram gerados entre grandes empresas e startups e no ano que vem a sede mudará para um prédio 4 vezes maior.

Período da manhã

Uma das primeiras novidades no evento de aniversário do Cubo, é que a iniciativa deixa de se chamar ‘Cubo coworking Itaú’ e passa a ser somente ‘Cubo Itaú’. De acordo com o diretor do Cubo, Flavio Pripas: “A nova marca reflete melhor a atuação do Cubo no mercado, na medida em que não limita o valor que entregamos. O Cubo já era muito mais do que um espaço de trabalho compartilhado”.

Seguindo na ideia de que o Cubo é mais que um espaço compartilhado, veio a segunda novidade: o lançamento de uma plataforma digital. Nela, será possível se conectar com startups de outros estados, ter acesso a diversas ferramentas, fornecedores e até realizar desafios de grandes empresas. Quem tiver interesse deverá se inscrever e passar por uma seleção, onde serão avaliados fatores como: produtos testados com clientes, potencial de mercado e base tecnológica.

Clay Nelson, diretor regional de vendas do GitHub

Depois da abertura, Clay Nelson, diretor regional de vendas do GitHub, subiu ao palco e contou sobre a história da plataforma, assim como dos desafios de hoje. Segundo ele, a lealdade de clientes é importante para um negócio, mas está se tornando cada vez mais difícil de conseguir devido à velocidade das inovações. Para contornar isso, Nelson ainda ressaltou: “Focar no desenvolvimento da experiência de usuários guia a nossa estratégia”.

Em seguida, o vice-presidente de desenvolvimento de negócios da Wix, Dror Shaked, contou como a plataforma, cujo principal objetivo é permitir que todo mundo pudesse fazer o que quiser online e ter sucesso, deve estar em constante evolução. A empresa teve que acompanhar a evolução de sites, que passaram de estáticos para multimídia e responsivos, e não vai parar por aí. Shaked afirmou que tem previsão de trazer para o Brasil o Wix ADI (Artificial Design Intelligence), que usa inteligência artificial para ajudar a construir sites personalizados para cada negócio.

Período da tarde

Além de disponibilizar um almoço com empreendedores como Paulo Veras, fundador da 99, Tiago Dalvi, CEO da Olist, Eduardo Lima, CEO da eduK, e Pedro Conrade, CEO do Banco Neon, a programação ainda contou com uma tarde cheia de palestras.

Um dos temas abordados foi o que investidores buscam em startups, com Anderson Thees e Manoel Lemos, respectivamente,  co-fundador e sócio da Redpoint eVentures. Segundo eles, uma das coisas mais importantes que eles levam em consideração ao investir é uma mudança material no risco da empresa. No caso, o ideal é a startup resolver alguns entraves para o investimento entrar.

Além disso, outras palestras preencheram o dia, abordando assuntos variados como growth hacking na prática, diversidade e mulheres atuando em tecnologia, transformação digital em grandes empresas, o que as startups tem a ensinar sobre cultura e pessoas e mais!

Encerramento

A penúltima palestra foi um Keynote com Alan Schilling, diretor geral da eventures, e Alan Patricof, fundador da APAX Partners e Greycroft. Para Patricof, um dos segredos de atuar no mercado é ter perseverança, um bom produto e poder explicar o problema. Além disso, ele frisou a importância de construir relacionamentos e ser aberto: “Eu respondo todas as ligações que chegam para mim em um dia e tento colocar notas pessoais em todas as mensagens que respondo”.

Por fim, subiu ao palco Pedro Moreira Salles, presidente do conselho de administração do Itaú Unibanco. Ele concordou que há uma transição óbvia acontecendo, mas que lidar com ela não é igualmente claro. “O modelo de funcionamento de estrutura que assegurou o sucesso das empresas no século XX não é o modelo que assegurará o sucesso no século XXI”, declarou.

Apesar da mentalidade do brasileiro ainda não tolerar fracasso, Pedro Moreira Salles deixou claro que isso tem que ficar para trás. O motivo disso é que para ser um líder, é preciso saber coordenar pessoas diferentes, não temer erros e ser capaz de mudar o caminho. A hierarquia, no caso, deve deixar de existir.

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