Concorrente brasileiro do Uber cobra repasse fixo do motorista

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Por Paula Zogbi

6 de junho de 2016 às 16:32 - Atualizado há 4 anos

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SÃO PAULO – O Rio de Janeiro recebeu nesta segunda-feira mais um concorrente às empresas de caronas como o Uber. Já atuante em Recife, a T81 oferece, além do serviço já conhecido de caronas em carros convencionais e executivos, a opção do mototáxi e um serviço de entrega de encomendas via moto-delivery.

Além de não trabalhar com tarifas dinâmicas para o usuário – no Uber, dependendo da demanda, as corridas podem sair mais caras – a T81 traz um diferencial que pode chamar a atenção de motoristas em potencial: repasses pré-tabelados. “O valor repassado à T81 por cada viagem é de R$ 2 no caso de carros convencionais, R$ 3 nos veículos executivos e R$ 1 para motos”, explica a assessoria de imprensa da companhia. Isso pode ou não ser uma vantagem aos motoristas, dependendo do valor da viagem e da quantidade de corridas do dia.

Recentemente, o Uber foi alvo de protestos e até mesmo uma paralisação dos motoristas, buscando justamente a diminuição do repasse à companhia. Cada corrida de UberX cobra 25% do valor pago pelo usuário, enquanto no Uber Black a taxa paga à empresa é de 20%. Na categoria mais recente lançada pela companhia, o Uber Pool, o motorista repassa à empresa 10% em uma viagem que leve apenas um passageiro (sem “match”), mas quando há mais de uma chamada no mesmo carro, o repasse passa a ser de 30% para cada um dos usuários do carro.

Tarifas e pagamentos

As corridas realizadas por motos (mototáxi e moto-delivery) começam com o valor mínimo de R$ 1,90 e o preço do quilômetro rodado é de R$ 0,92 (R$ 0,15 por minuto). Os deslocamentos por carro variam de acordo com o modelo do veículo: a bandeirada das viagens com carros convencionais é de R$ 2, com acréscimo de R$ 1,60 por quilômetro rodado (R$ 0,17 por minuto); enquanto que a bandeirada dos carros executivos é de R$ 3, com aumento de R$ 1,99 por quilômetro rodado (R$ 0,25 a cada minuto).

Outro diferencial com relação à principal concorrente é a possibilidade de pagamento em dinheiro, conforme opção do cliente.

A escolha do veículo usado também fica a critério do usuário. Tanto os carros convencionais como os executivos devem ter ar-condicionado e até oito anos de uso. “Água e balas são servidas aos clientes. Já para quem preferir se deslocar com moto e usufruir da agilidade do veículo para fugir dos engarrafamentos e chegar mais rápido ao destino, todos os mototáxis oferecem toucas higiênicas e capacetes para proporcionar uma viagem segura e dentro das leis de trânsito vigentes”, diz o texto de apresentação do app.

Com apenas três meses de atividade, a T81 agora tem a intenção de chegar a todos os estados brasileiros até o final deste ano. Em junho, além do estado do Rio, a plataforma aporta em Santa Catarina e São Paulo. Ceará, Paraíba e Brasília recebem o aplicativo em julho. Usuários de Android e iOS já podem fazer o download do app em todo o Brasil.

 

 

 

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