Comunicação na Era Digital: o desafio das marcas

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Por Isabela Borrelli

24 de novembro de 2018 às 18:01 - Atualizado há 2 anos

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Na lenda de Davi e Golias, os filisteus e israelitas estavam em guerra quando o primeiro povo usou uma arma secreta: um gigante com mais de três metros, bem armado e protegido. Ele era tão confiante de si que desafiou os hebreus prometendo que se alguém o vencesse, os filisteus virariam seus escravos. No entanto, Golias, o gigante, não contava com o jovem Davi, sem proteção e munido apenas com cajado, pedras e uma funda (arma manual composta por vibra vegetal e tira de couro que acomoda pedras para arremessá-las). O final não é segredo: com essa arma super simples, Davi derrotou o gigante atirando uma pedro em sua cabeça.

A história bíblica não difere muito do cenário atual, onde pequenas e aparentemente inofensivas empresas, são capazes de acabar com grandes multinacionais. É exatamente assim que Denis Osório, cofundador da Vnda, empresa de software para o varejo, vê as marcas do século XXI. “Hoje, as pessoas valorizam muito mais a experiência do que a posse. O sucesso do Instagram é crucial para entender onde a humanidade esta. A valorização do indivíduo é muito importante. As pessoas querem ser ouvidas”, disse Denis. As marcas que não se adaptarem a nova cena irão morrer.

A adoção do e-commerce e da própria internet como serviço e entretenimento no dia a dia motivou a criação das DNVBs: “digitally native vertical brands” – marcas verticais que são nativas digitais. Ou seja – marcas que nascem naturalmente digitais, mantendo a comunicação com seu público-alvo nesse canal desde o início.

Um exemplo disso é a Livo, marca brasileira de óculos de sol e de grau, é um exemplo. A marca nasceu digitalmente, vendendo óculos através de um e-commerce, ao mesmo tempo que possui pontos físicos para os clientes que desejam esse contato. Mas, mais do que isso, a marca possuía o propósito de doar um livro a cada óculos que era comprado, e agora possui projetos de incentivo à leitura a cada três meses. Mesmo que essa iniciativa não interfira na qualidade de um produto ou atendimento, é algo que diferencia e impacta na construção de marca da Livo.

“Até bem pouco tempo, não existia uma conversa entre marcas e consumidores. As marcas falavam e as pessoas ouviam. Isso mudou”, disse Denis.