Agricultura alternativa e infraestrutura: o cenário regulatório

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Por Isabela Borrelli

5 de junho de 2018 às 18:49 - Atualizado há 3 anos

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Quando se trata de inovação, uma das questões mais delicadas é a da regulamentação. Ela pode ser muito controversa: ajudando a definir limites, mas também restringindo o caminho a ser explorado.

Isso não é diferente no cenário de agrotech! Claudio Thiago, da Infra Brasil, acredita que em relação à inovação da infraestrutura na agropecuária, o país ainda enfrenta muitas barreiras regulatórias. 

“A gente tem muitas barreiras regulatórias e políticas instáveis, o que resulta em momentos como essa greve que tivemos. Isso deixa os investidores incertos. Na minha opinião, o que devemos fazer é tomar para nós os projetos de infraestrutura”, defende.

Já em relação às iniciativas alternativas, como a BeeGreen, uma startup que aposta em uma fazendo urbana, e a Korin Agropecuária, empresa que aposta em produtos orgânicos, a situação é mais positiva. 

Segundo Giuliano Bittencour, da BeeGreen, a fiscalização é intensa, mas positiva. “A BeeGreen recebeu mais de 100 fiscais esse ano e isso não é um problema. A questão em relação à regulamentação, é que eu acho que deveria ser ao contrario: primeiro ver as inovações para depois analisar como regulamentá-las”.

Já Regnaldo Morikawa acredita que a regulamentação impulsionou a área. “A legislação foi uma das grandes responsáveis pelo incentivo do crescimento do setor orgânico no país, apesar dela ser muito restritiva”.
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