Housi transforma o mercado imobiliário com conceito de moradia on demand

Startup tem plataforma para gestão e aluguel de imóveis residenciais e pretende ampliar oferta de apartamentos com fundo imobiliário

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A Housi é uma startup que utiliza o conceito de moradia on demand para revolucionar o mercado imobiliário. A empresa, que é uma spin off da construtora Vitacon, criou uma plataforma digital de gestão e aluguel de apartamentos. Entre os diferenciais da Housi, estão o fato de flexibilizar a duração da moradia – sem contratos obrigatórios que duram por anos – e a gestão baseada em dados para maximizar a rentabilidade do imóvel.

Em entrevista exclusiva à StartSe, Alexandre Frankel, CEO da Housi, explica que, a partir do momento em que o proprietário do imóvel – ou investidor, como ele se refere – o coloca sob gestão da startup, ele não precisa se preocupar mais com nenhuma etapa do processo. “O apartamento pode estar até sem piso. A Housi reforma, decora, precifica e distribui em mais de 20 plataformas no Brasil e no mundo. Paga as contas e faz a relação com os moradores. Todas as etapas são baseadas em dados, com inteligência artificial para maximizar a ocupação e rentabilidade”, detalha o empreendedor.

Ao outro lado – o de quem aluga o imóvel –, a Housi criou uma experiência sob demanda que preza pela liberdade e praticidade do cliente. “Trazemos todos os serviços para perto de onde ele vive, e assim ele pode ter mais tempo para fazer aquilo que ele mais gosta”, diz Frankel. Neste sentido, startups de mobilidade urbana, delivery, alimentação personalizada, medicina, bem-estar e beleza estão integradas de forma física e digital nos prédios em que a Housi atua. Atualmente, são mais de 20 empresas parceiras.

Conceito on demand

A Housi surgiu em um contexto no qual a economia compartilhada está transformando ativos em serviços. Um caso claro, que revela esta tendência, é o das startups de mobilidade. O Uber, por exemplo, está substituindo o carro próprio, que requer um capital inicial elevado, por um sistema em que os clientes pagam pela quantidade de vezes que usam o serviço de transporte.

“Cada vez menos faz sentido o modelo de moradia em que a pessoa se endivida por vários anos para comprar uma casa própria”, explica Alexandre Frankel. “A Housi é uma empresa asset light (que não possui ativos próprios) que faz da moradia um serviço”.

“Hoje, muitos preferem pagar pelo tempo de uso e não pela aquisição do bem. Acredito que este também será o futuro das moradias”, continua o CEO da Housi. “Já para os investidores imobiliários, as vantagens deste modelo em ascensão são inúmeras. Destaco uma rentabilidade imensa com média 40% superior ao modelo tradicional”.

Até o momento, as oportunidades da Housi estão na cidade de São Paulo. O preço do aluguel dos apartamentos geridos pela Housi varia de R$ 100 a R$ 300 por noite ou R$ 1800 a R$ 6500 por mês.

Investimentos e crescimento

Alexandre Frankel visualiza o futuro da Housi como sinônimo de moradia on demand. “Hoje se fala em chamar um Uber para motorista de aplicativo ou pedir um iFood para delivery de comida. Quero que as pessoas digam ‘eu moro em Housi’”, planeja.

Para atingir este patamar, a startup quer ampliar a oferta de apartamentos e expandir geograficamente. “Nossa meta é crescer três vezes ao ano. A Housi já contabilizou mais de 14 mil locações e 31 mil usuários”, revela Frankel. Neste sentido, foi criado um fundo de investimento imobiliário para adquirir propriedades e aplicar o modelo de gestão inteligente da Housi. O período de reservas está aberto até o dia 16 de dezembro e permite investimentos a partir de R$ 1 mil.

Para conhecer mais sobre o fundo imobiliário, acesse este link.

*Este conteúdo foi realizado em parceria entre a StartSe e a Housi.

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