Startup realiza compartilhamento de carregadores portáteis

A Energy2Go se propõe a resolver um problema: carregadores portáteis que nunca têm bateria; para isso, você pode alugar um sempre que precisar

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Você tem um carregador portátil? Já precisou utilizá-lo, mas não tinha bateria? Esse era um problema que Pedro Tauk sofria frequentemente, até que ele criou uma solução usando como base a economia compartilhada: a Energy2Go. A startup oferece aluguel e compartilhamento de carregadores portáteis.

Tudo começou quando os engenheiros Vitor Gomes e Pedro Tauk entraram no programa de intraempreendedorismo da ENEL. Lá, eles tiveram 18 meses para trabalhar na própria startup que estavam criando. Nesse tempo, a Energy2Go foi criando maturidade, até que os engenheiros deixaram a companhia e se dedicaram totalmente a Energy2Go. “Nós quisemos transformar a energia comum em energia móvel”, comentou Tauk.

Os dispositivos sempre possuem bateria porque ficam disponíveis em pontos próprios de carregamento, prontos para serem usados. Quando precisam, os usuários podem localizar as baterias disponíveis através do aplicativo e desbloqueá-las. A cobrança é feita diretamente pelo aplicativo e o carregador portátil já possui os cabos de conexão com aparelhos iOs e Android integrados.

Com o sucesso da startup, a própria ENEL acabou investindo na Energy2Go. Além disso, a companhia carioca foi acelerada pela Oito, espaço de co-inovação da Oi.

Hoje, a startup possui 30 pontos de retirada de baterias no Rio de Janeiro e Niterói. “Nosso objetivo é ocupar o Brasil, chegando a 400 pontos no Rio de Janeiro e São Paulo”, afirmou o fundador da startup. A expectativa é que a Energy2Go chegue em São Paulo em setembro de 2019.

Os carregadores portáteis

Os carregadores portáteis da Energy2Go foram criados pela própria startup. Ela importa da China os componentes da máquina que suporta todos os dispositivos e a montagem é realizada no Brasil.

Umas das dificuldades encontradas por uma startup que oferece serviços de compartilhamento é lidar com a perda dos objetos. Para solucionar esse problema, os clientes que não devolvem a bateria depois de 12 dias de uso “ganham o produto”. Nesse momento, a cobrança atinge o máximo do valor possível (R$ 149) e o usuário pode optar por contratar um refil ilimitado por ano para a bateria que possui.

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