Três questões a se fazer para determinar se sua ideia é válida de ir adiante

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Por Lucas Bicudo

6 de abril de 2017 às 11:36 - Atualizado há 4 anos

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Começar um negócio é complicado. Para não dizer outras palavras com maior expressão – e menor calão. Mas não presumemos que empreendedores estão sujeitos a mais riscos do que o que a cultura popular considera “aceitável” – uma carreira sólida, em uma determinada empresa. Hoje em dia até isso possui o risco. A ideia de viver é outra. Bem parecida com empreender. Papo de millenials.

A questão aqui é que você não está blindado a risco, seja como for. O que dá para fazer é ter um plano sólido contra ele. Você precisa ter um sistema que te ajudará a determinar quais ideias valem o esforço e quais são mais estatísticas mentais. Você tem que estar seguro de seu negócio antes de lança-lo. Ele tem que ter uma proteção contra o fracasso.

Daniel DiPiazza, um contribuidor do site Business Insider, criou um processo que te ajuda a estar quase 100% certo que sua ideia é digna de ser validada. Ele chama de “Three Question Validation”.

No grosso, envolve se fazer três perguntas que determinarão se seu negócio é viável e tem potencial de suceder. É um método compacto para testar se sua ideia tem fôlego antes de você gastar sua energia e dinheiro em algo que pode não vingar em nada. Se você conseguir dizer “sim” para as três questões, você tem um projeto no caminho certo. Se você não conseguir, é a hora de voltar para processos ainda mais iniciais de desenvolvimento.

1 – Existe competição onde estou empreendendo?

Ao contrário do que as pessoas acreditam, você QUER que existam competidores. Se você acha um mercado – dificílimo, já adianto – que esteja 100% livre, ou você é o primeiro lá (e existe o risco de nada ter sido testado), ou você não entendeu a mensagem (outras pessoas tentaram, não sucederam e abandonaram o mercado).

Ser o primeiro não é o fim do mundo, mas tem menos referência para seguir. Ser o último não significa que você não é capaz de achar um jeito de fazer sua ideia funcionar, só precisará de um pouco mais de esforço.

Lembre-se: empreender não é sobre achar a coisa que você mais quer fazer na vida, é uma ponte para a liberdade.

É uma ferramenta para te trazer dinheiro enquanto você reorganiza sua vida. Ao longo do tempo, você irá se interessar por outras coisas – e isso é completamente justo. Por ora, pense naquilo que você domina, para construir sua confiança, segurança e habilidades necessárias. É algo que existe uma galera fazendo e que você gostaria de estar lá? Se sim, vamos para próxima questão.

2 – Meus concorrentes estão ganhando dinheiro?

Muito importante considerar: mesmo que existam pessoas fazendo o que você planeja, você tem que ter certeza que eles possuem clientes suficientes e que estão fazendo a quantidade de dinheiro que você gostaria.

Esse passo irá garantir que vale investir tempo na sua ideia. Existem vários jeitos de analisar como a concorrência está se virando. Você pode olhar no site deles, por exemplo, por depoimento de clientes e cases de sucesso. Navegue por seu portfólio. Você pode ligar para eles, perguntar sobre métricas, agenda, experiência do usuário (não diga o porquê da pesquisa).

Você não precisa ter números exatos. A questão aqui é conhecer por cima quem está brigando com você e a que nível está se propondo a brigar. Se esse concorrente tem clientes e está fazendo dinheiro, você também pode.

3 – Eu sou capaz de lançar um produto/serviço/ideia que seja diferente ou resolva um problema melhor que a competição?

Essa é a questão que coloca as outras na mesma perspectiva. Você achou sua concorrência e aparentemente ela é funcional. E agora? É hora de se posicionar.

Para que usuários comprem sua ideia ao invés (ou junto) da concorrência, você precisa mostrar que seu produto/serviço é diferenciado e pode fazer melhor. Se você for capaz de mostrar o porquê é único, você irá atrair o público que se espera para crescer. Você irá engajar. Serão aqueles que visitarão uma vez, voltarão e ainda recomendarão.

A diferença entre você e a competição é chamada de USP, de “Unique Sales Proposition” (proposta única de vendas, em tradução livre). Exemplos de um bom USP: melhor (ou menor) preço, conveniência, melhor qualidade, estética, mais variedade, melhor garantia, atendimento ao cliente.

A USP não é uma fórmula exata, há de se dizer. O que você tem que fazer é testar o seu mercado e ir colocando sua sensibilidade.

Se você respondeu bem a essas três questões, vamos empreender! Tentamos estimular o espírito empreendedor para que essas mudanças venham com mais agilidade. Se você tem interesse em empreender, dê uma olhada no e-book Startup de A a Z, que ensina como evitar os principais problemas que resultam na morte de empresas que estão iniciando.

(via Business Insider)

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