Veja o resultado: NASA promove corrida com piloto de drone e IA

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Por Lucas Bicudo

29 de novembro de 2017 às 09:59 - Atualizado há 3 anos

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No último dia 12 de outubro, a NASA colocou um drone de corrida, pilotado por Inteligência Artificial, para disputar contra o piloto de drones mundialmente conhecido Ken Loo. Pesquisadores do Laboratório de Propulsão a Jato da agência especial americana, que passaram os últimos dois anos trabalhando na autonomia do drone (que foi financiado pelo Google), criaram três aeronaves equipadas com câmeras para visão e algoritmos que os ajudariam a voar em altas velocidades, evitando obstáculos.

Os drones, chamados Batman, Joker e Nightwing, usaram algoritmos que foram integrados à tecnologia Tango do Google, o que ajuda a IA a traçar espaços 3D. Esses drones são capazes de voar até 80 mph em linha reta, mas nesse curso particularmente apertado, só conseguiram atingir 40 mph.

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Em um comunicado de imprensa, a NASA explicou os prós e os contras dos drones autônomos e do piloto humano. Enquanto os drones alimentados por IA podiam voar de forma mais consistente, eles também eram mais cautelosos e, às vezes, enfrentavam problemas com o borrão de movimento em velocidades mais altas. Por outro lado, Loo conseguiu aprender o curso depois de algumas voltas e voar com muito mais agilidade do que os drones autônomos, mas é suscetível à fadiga.

“Esta é definitivamente a pista mais densa que já voei”, disse Loo no lançamento. “Uma das minhas falhas como piloto é que eu me canso facilmente. Quando fico cansado mentalmente, começo a me perder, mesmo que tenha voado o curso 10 vezes”.

Em resumo, a Inteligência Artificial e piloto começaram com tempos semelhantes, mas Loo acabou por vencer com um tempo de volta médio mais rápido do que feito pela IA. As implicações aqui são grandes: os drones autônomos podem eventualmente ser usados para vigilância, resposta de emergência ou inventário em armazéns.

(via TechCrunch)

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