Slack quer abrir capital na bolsa valendo ao menos US$ 7 bilhões

Avatar

Por Isabella Câmara

28 de setembro de 2018 às 16:26 - Atualizado há 2 anos

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

De acordo com o The Wall Street Journal, uma pessoa próxima ao Slack afirmou que o aplicativo corporativo de mensagens está planejando abrir seu capital no próximo ano. Porém, mesmo com o vazamento da informação, um representante do Slack disse que a empresa não comentará “rumores e especulações”.

Segundo fontes próximas ao assunto, a oferta está programada para acontecer dentro dos dois primeiros trimestres de 2019. O valuation esperado é de cerca de US$ 7 bilhões, o que não garante crescimento do valor da startup, pois é o mesmo da última rodada. 

Apesar do CEO do Slack, Stewart Butterfield, dizer que um IPO ainda estaria muito distante da realidade da empresa, os planos parecem que mudaram após sua última rodada de financiamento. Fechada em agosto, a rodada liderada pelo Dragoneer Investment Group e pela General Atlantic, garantiu cerca de US$ 427 milhões para o caixa da empreas e avaliou a empresa em mais de US$ 7 bilhões.

Atualmente, o Slack tem mais de oito milhões de usuários ativos diários e cerca de três milhões que são pagantes. Com cinco anos de vida, a startup já captou US$ 841 milhões em fundos de investimento – entre os investidores estão o SoftBank, Andreessen Horowitz, GV, Accel e outros.

Embora a empresa sediada em São Francisco tenha apenas cinco anos de vida e ainda precise contratar seguradoras, o Slack já estaria se preparando, ativamente, para abrir o capital, diz o The Wall Street Journal.