Como a Serasa Experian está lidando com as inovações no mercado corporativo?

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Por Isabella Câmara

12 de dezembro de 2017 às 13:30 - Atualizado há 3 anos

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A Serasa Experian, uma empresa com quase 50 anos de mercado, vivia um grande dilema há algum tempo atrás: a companhia estava encaixada em um mundo tradicional, mas que já se deparava com uma enorme transformação.

De acordo com Marcelo Pimenta, Diretor do Latam DataLabs da Serasa, esse pensamento fez nascer a ideia de experimentar novas fontes de dados, serviços e modelos de negócio. O DataLab, hoje presente em SanDiego, Londres, São Paulo e Singapura, tem a missão de procurar novas tendências que possam ser incorporadas dentro da empresa.

Esse novo modelo de trabalho busca explorar oportunidades de inovação, treinar cientistas de dados e encontrar valor nas inovações de ruptura. Mas, para grandes mudanças acontecerem, segundo ele, é necessário focar na meta do dia e no presente, aprender experimentando e manter todas as reuniões sob controle.

De acordo com Rodrigo Oliva, Diretor da Simplez, esse processo de inovação precisa ser cada vez mais humano, aberto e social. Essa conjunção de fatores criará soluções que realmente gerem valor para as empresas. “Não adianta inovar por inovar porque isso não gera resultado e a empresa trabalhar só com a mensuração desses resultados”, diz.

Experiance JAM

Foi pensando em inovar e trazer resultados para a empresa que a Serasa Experiance e a Simplez criaram o Experiance JAM, um programa que busca promover mudanças dentro da Serasa e estreitar o relacionamento com a comunidade. “O Experiance JAM é uma maratona de tecnologia e inovação que começou em maio de 2016 com o foco no público interno da empresa, cerca de 80 pessoas. Depois dele o presidente da empresa disse: ‘É com esse modelo que a gente precisa trabalhar’”, conta Rodrigo.

As três primeiras edições do Experiance JAM foram focadas em resolver desafios por meio de maratonas de desenvolvimento de solução, mas agora a Serasa adotou uma forma diferente de envolver outras comunidades do ecossistema de inovação e tecnologia. No EJ4, serão quase 40 horas de iniciativas voltadas tanto para startups quanto para toda a comunidade da região.

De acordo com Rodrigo, o grande diferencial do Experiance JAM é a seleção de participantes de acordo com os desafios e perfis específicos de cada um. Além disso, a empresa realiza um trabalho de coaching e mentorias a fim de auxiliar e acompanhar os participantes durante todo o evento. Tudo isso, em conjunto, fornece uma experiência única para quem participa e fomenta a inovação com propósito.