Ricos e famosos gastam US$ 150 mil para assistir filmes que estão no cinema

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Por Lucas Bicudo

5 de Maio de 2016 às 15:26 - Atualizado há 5 anos

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Muito está sendo discutido sobre a startup Screening Room, de Sean Parker, que permitiria que as pessoas assistissem aos filmes que estão em cartaz nos cinemas diretamente de sua casa. Enquanto a discussão continua acalorada, quem não tem mesmo o que reclamar são os ricos e famosos, que já usufruem de um serviço parecido há anos.

O Prima Cinema provém para seus usuários – normalmente um público bem exclusivo -, streamings e sessões privativas de filmes que ainda estão rolando nas salas de cinema. O serviço tem completo suporte dos estúdios de Hollywood, como Universal e Paramount, e custa consideravelmente mais do que o que é proposto pela Screening Room: os custos podem chegar até mais de US$ 150 mil.

Quanto seria necessário então desembolsar para ter acesso a uma plataforma dessas e livrar-se da missão de ir ao cinema para assistir os últimos lançamentos? Esse verão, a Prima está lançando uma versão premium do aparelho em 4k, em uma parceria com a Dolby, a fim de prover a melhor qualidade de áudio e imagem possível. Essa brincadeira ficaria em US$ 50 mil, para começar.

Se você quiser atingir o máximo de qualidade e assistir realmente nos 4k, você precisará de um projetor. Um desses brinquedos custam em torno de US$ 90 mil. Soma-se mais US$ 500 por filme alugado e US$ 15 mil pelo controle inteligente da plataforma.

A conta final chega nos impressionantes US$ 155.500, para assistir um único filme que está em cartaz diretamente de sua casa. Supondo que o papo seja um papo de gente mais “humilde” e optássemos por adquirir o serviço em uma televisão comum, esse número apenas perderia a parte do valor do projetor. Ainda nos encontraríamos em uma conta que fechava em US$ 65.500.

O aparelho possui um sistema de segurança contra pirataria via biometria. Todos os clientes em potencial são submetidos a uma análise de histórico, de modo que a base de usuários da companhia seja de completa confiança.

(via TechInsider)