Especialistas discutem sobre as tendências do setor de Recursos Humanos

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Por Isabella Câmara

13 de dezembro de 2017 às 17:17 - Atualizado há 3 anos

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Cerca de 65% das crianças que estão entrando no primário atualmente trabalharão em empregos que ainda não existem. Foi com essa provocação que Felipe Leal, Head Corporate da StartSe, iniciou um debate sobre a reinvenção da área de Recursos Humanos das empresas. De acordo com Ricardo Haag, da Page Group, essa informação só traz a certeza de que nós não conhecemos o futuro e que precisamos estar sempre se preparando para o que vai acontecer.

Para Adriano Lima, fundador da AL+ People & Performance Solutions, a ida ao Vale do Silício atinge, e muito, o setor de Recursos Humanos. “A topada com as inovações do Vale faz a gente sentir dor, e essa dor pode nos fazer parar ou nos impulsionar para frente. No meu caso, me impulsionou. Depois que eu fui para o Vale do Silício, eu pivotei e abri a minha própria empresa”, conta.

De acordo com o especialista, as inovações não afetam a empregabilidade das pessoas. “Os países que mais trabalham com a robótica na produção, por exemplo, têm índices de mais oportunidades de trabalho. […] No futuro, a relação humana é o que será importante no contexto de trabalho. A robótica, a impressão 3D e outras soluções vão desempenhar o lado analítico do cérebro, e o que vai sobrar para a gente é o mais importante que é a criatividade”, diz.

Para Ricardo Haag, da Page Group, outra tendência para a área no futuro é a junção do pessoal e do técnico: “Hoje a gente contrata pelo técnico e, muitas vezes, demite pelo comportamental. Mas daqui para a frente isso vai se fundir. Isso porque o técnico pode ser estimulado, mas as pessoas são pessoas e isso não pode ser mudado”.

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