Pokémon GO pode gerar até US$ 1 bilhão por ano (e McDonald’s está interessado)

Da Redação

Por Da Redação

13 de julho de 2016 às 17:59 - Atualizado há 4 anos

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Parece que o McDonald’s ama muito o Pokémon GO. A rede de fast-food pode ser a primeira a fechar um contrato de patrocínio com a Niantic, empresa que fez o jogo – e ver suas lojas se tornarem pontos relevantes para o jogo que virou uma febre e que, em menos de um dia, superou Tinder e está próximo de passar o Twitter.

Alguns usuários relatam já ter encontrado símbolos do McDonald’s dentro do código fonte do jogo – o que indica que as lojas deverão virar PokéStops ou PokéGyms. O aplicativo é um dos poucos que tem feito uma coisa incrível: trazer gente de verdade para dentro de espaços físicos. Ok, a maioria dos usuários não está se importando para o que não está no mundo da realidade aumentada, mas, ei, que tal tomar uma casquinha do McDonald’s enquanto tenta capturar aquele Pokémon raro que está na loja?

O jogo pode se tornar um sucesso financeiro também. De acordo com o analista David Gibson, da Macquarie, é possível que o jogo faça US$ 1 bilhão por ano – a serem divididos entre Niantic, Nintendo e The Pokémon Company, os idealizadores do jogo. E isso ainda não leva em conta a possibilidade de patrocínios grandes como o do McDonald’s.

Na avaliação de Gibson, os usuários deverão pagar verdadeiras fortunas para guardar, treinar, batalhar e criar novos Pokémons, através da compra de Pokémoedas. Você pode recebê-las dentro do jogo, mas o mais fácil é comprá-las através de dinheiro real – 100 pokémoedas são US$ 0,99, mas você pode comprar 14.500 por “apenas” US$ 99,99. E muitos usuários vão, com certeza.

Isso pelo grande sucesso que o aplicativo se tornou em pouquíssimo tempo. As pessoas já passam mais de 10 minutos a mais no jogo do que em outros aplicativos de uso constante, como WhatsApp, Instagram e Snapchat. Com o aumento das features sociais e de PVP, esse sucesso todo só tende a aumentar.

(via MarketWatch)

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