Digitalização da saúde é inevitável, afirma diretor de inovação do Einstein

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Por Isabela Borrelli

25 de Maio de 2017 às 12:13 - Atualizado há 3 anos

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De fato, a saúde e a medicina estão cada vez mais sofrendo mudanças devido ao avanço da tecnologia. Desde a forma como lidamos com a saúde, controlando-a por meio de aplicativos e wearables, como também o relacionamento com os profissionais da área, que ao invés de pontual tende a se tornar mais constante. E isso veio para ficar: “Um fato inexorável que a gente vê em todos os outros setores é que a digitalização vai acontecer com certeza absoluta”, afirma José Cláudio Terra, diretor de inovação do Hospital Albert Einstein.

Mas, afinal, essas mudanças são positivas? Segundo Terra, sim! “Tudo que envolve digitalização tem a ver com empoderar e dar mais autonomia, além de conveniência, para diversas pessoas: quem quer melhorar alimentação, parar de fumar,  etc.”, argumenta. No entanto, para essas inovações impactarem a área da saúde, elas devem ser abraçadas por pacientes, médicos, assim como grandes instituições.

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Health Tech

Por mais que se possa ter a visão de que uma instituição renomada tenha maior probabilidade de ficar congelada nos métodos tradicionais, nem sempre é assim. Esse é o caso do Hospital Albert Einstein. Claudio Terra deixa claro que a noção de que mesmo o hospital sendo um dos líderes do mercado não significa que ele tenha todas as competências necessárias. É preciso buscar outras formas e parcerias para poder acompanhar as mudanças.

“Toda a nossa estratégia de inovação é calcada em um processo bastante acelerado e otimizado, dentro de objetivos com todos os elementos da cadeia. Então, startups, farmacêuticas, fornecedores de equipamentos nacionais e internacionais estão lá, entre outros”, reitera Terra.

Telemedicina

Um dos grandes focos do hospital é a telemedicina, ou seja, o uso de tecnologias de telecomunicação para fornecer consultas, treinamento e informações sobre saúde. A iniciativa começou a ser implantada na instituição há três anos e conta com 14 produtos já lançados tanto para escolas, quanto para hospitais, pacientes, entre outros. A previsão é que com o lançamento de novos produtos, esse número chegue a 20 nos próximos meses.

Segundo Claudio Terra: “O produto de telemedicina envolve todo o processo de como você se comunica com o paciente e troca informação com ele, que tipo de coisas que você pode fazer e o que não pode fazer… Tem muito know-how acumulado que foi desenvolvido nos últimos três anos que eu diria que é bastante audacioso”.

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Startups

Além do investimento no setor de telemedicina, o hospital também faz parcerias com startups, entre elas: Genomika, Anestech e Canguru. A Genomika é focada em inovação de genética e imunologia e realiza testes moleculares e genéticos em doenças raras, imunológicas, hereditárias, oncologia, entre outros. A Anestech usa a tecnologia e a informação voltada para anestesiologia para ajudar na gestão de riscos e momentos críticos, por exemplo. Por fim, a Canguru é focada no público de gestantes, informando-as sobre o passo-a-passo do pré-natal, assim como facilitando o acesso a dads por operadoras, médicos e hospitais.

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