Impressora 3D holográfica imprime objetos em segundos

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Por Lucas Bicudo

11 de dezembro de 2017 às 14:55 - Atualizado há 3 anos

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As impressoras 3D são dispositivos úteis para todos os tipos de razões, mas a maioria tem uma fraqueza crítica: elas simplesmente demoram muito para realmente fazer qualquer coisa. Isso porque a fabricação geralmente funciona colocando um objeto em uma camada microscópica por vez – e também tem o fato de estarmos vivendo os primeiros anos da tecnologia.

Uma equipe de pesquisadores do Lawrence Livermore National Laboratory desenvolveu uma nova técnica de impressão holográfica, que promete agora resolver esse problema e imprimir objetos em apenas segundos.

Esse modelo usa lasers para fazer com que uma camada de resina se endureça em um padrão. Por sobreposição cuidadosa de feixes fracos de luz, som ou radiação, você pode expor um volume escolhido e deixar outras áreas intocadas, o que não danifica o objeto sendo imprimido. Neste caso, os três feixes de luz devem ser cuidadosamente padronizados para se cruzarem uns com os outros e produzir essa interferência construtiva nos pontos exatos que precisam se solidificar.

Uma vez que esse padrão está configurado, ele só leva alguns segundos para completar o processo de cura da resina. Algumas outras técnicas tentaram algo assim, mas não conseguiram criar formas 3D completas como esta.

Você pode, por exemplo, produzir estruturas com outras estruturas que se movem livremente para dentro delas, como engrenagens em um câmbio de marchas. Você também pode imprimir rapidamente várias estruturas simultaneamente. Ainda é um pouco grosseiro em comparação com o que vemos na maioria das impressoras 3D comerciais, mas é de se esperar atentamente – isso é realmente apenas uma prova de conceito em um laboratório.

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“Com este trabalho, fizemos um primeiro teste sólido para demonstrar e provar que a fabricação 3D com essa técnica é possível”, comentou o pesquisador Maxim Shusteff. “Nós ainda não fomos extrapolamos o limite de nenhuma das métricas de desempenho de compilação (velocidade, tamanho de compilação, resolução, complexidade)”.

Em última análise, a “resolução” provavelmente será determinada pelo menor bit de resina que pode ser solidificado de forma confiável, o que tem a ver com uma série de fatores químicos e ópticos. Seria prematuro especular sobre o que poderia ser essa resolução, mas dos resultados já obtidos parece claro que certamente funcionará para os níveis de complexidade para os quais as impressoras 3D já estão sendo usadas.

Shusteff e seus colegas da LLNL, MIT, Berkeley e da Universidade de Rochester pretendem continuar a desenvolver esta técnica. As aplicações comerciais ainda estão longe, mas não é difícil imaginar players que estariam interessados em uma impressora 3D com capacidade de criar coisas em apenas alguns segundos.

(via TechCrunch)

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