Entenda como surgiu a Oferta Inicial de Moeda e quais os seus riscos

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Por LTP

25 de julho de 2017 às 19:39 - Atualizado há 3 anos

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As ofertas iniciais de moedas (ICOs) apareceram no horizonte no mundo do blockchain com a primeira emissão desse tipo por uma empresa chamada Mastercoin em 2013 (hoje chamada Omni). Este projeto envolveu uma atividade de angariação de fundos de um mês.

A expectativa dos investidores era que, à medida que a plataforma Omni estava sendo desenvolvida, os tokens aumentariam de valor e poderiam ser vendidos para realizar um lucro.

Mais de 500 pessoas trocaram cinco mil bitcoins (um valor total de U$ 500 mil, na época) em troca de tokens Omni, mesmo depois de um aviso de que isso poderia ser apenas uma fraude. Mais tarde, duas startups levantaram juntas U$ 1,25 milhões através da venda de tokens Omni. Hoje, o Omni tokens possui uma capitalização de mercado de U$ 21,8 milhões com 560 mil tokens em circulação.

Abaixo mais sobre a nova forma de captação nos principais trechos do artigo publicado na Let’s Talk Payments. 

Rápido aumento nas ICO’s nos Estados Unidos

Em 2016, foram realizadas 64 ICO’s para arrecadar mais de U$ 103 milhões. Em 2017, U$ 327 milhões foram arrecadados por meio de ICO’s durante o período de janeiro a junho. Esse valor ultrapassa o de investimentos de venture capital (VC) total de U$ 295 milhões.

Desmistificando a ICO

Embora pareça uma ótima oportunidade, antes de se apressar a trocar um Bitcoin ou Ether por qualquer token ICO, vamos entender completamente o conceito de ICO suas vantagens e desvantagens.

Crowdfunding diferenciado: Um ICO envolve investidores de varejo ou corporativos que compram ativos digitais de Organizações Autônomas Distribuídas, investindo Bitcoins ou Ether. Por isso tem os mesmos benefícios de um crowdfinding, como:

  • Fornecer para uma base global de investidores,
  • Acesso a investidores de varejo,
  • Estende tarifas de baixo custo
  • Facilita uma execução mais rápida

Além do acima, as ICOs pontuam sobre o crowdfunding, fornecendo as vantagens:

  • Liquidez secundária / transferibilidade;
  • Baixa taxa de negociação;
  • Mais e mais empresas estão justificando a emissão desses tokens, pois acreditam que criarão valor significativo no futuro;
  • Pode ser uma boa ideia começar cedo e fazer parte do sistema antes que ele se torne muito grande.

Respondendo à Questão do Milhão de Tokens: Devo investir usando um Bitcoin ou Éter?

O fato é que a cultura da ICO permanecerá e excederá muito os investimentos através do VC tradicional. Então, o foco deve ser mais sobre “Como devo investir?” em vez de “Devo investir em tudo?”.

Para responder o aspecto “Como?” deve-se concentrar-se no seguinte:

O time por trás do ICO, suas credenciais e sua capacidade de executar a visão.

Também avaliar se há levantamento limitado de fundos, liberação controlada e um período de tempo muito mais longo para o fundador poder acessar o valor.

Isso é muito importante para proteger os interesses dos investidores, bem como de toda a comunidade. O recente crash nos preços de Ether ocorreu principalmente porque de os fundadores das ICOs cobravam os fundos arrecadados através do Ether após a conclusão da venda.

E se você acha que o risco de perder seu investimento é apenas endêmico para blockchain e outros negócios digitais, a história recente nos lembra o fracasso da Pebble. O negócio seria fazer smartwatches depois de levantar U$ 14 milhões no Kickstarter e fracassou.

Saiba como fazer parte desse ecossistema

Para fazer parte do ecossistema global de fintechs, você pode cadastrar sua startup na MEDICI e na StartSe Base.

A MEDICI é uma base de dados que conta hoje com 7.000 empresas de todo o mundo. Ela pertence à Let’s Talk Payments (LTP), empresa global de conteúdo e pesquisas sobre fintechs.

A StartSe Base é a maior base de dados de startups do Brasil, com mais de 5.000 empresas cadastradas.

Sobre a Let’s Talk Payments (LTP)

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