Em parceria com a Chirp, Pollux quer viabilizar transmissão de dados sobre som

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Por Elena Costa

20 de dezembro de 2017 às 10:32 - Atualizado há 3 anos

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Pollux realiza parceira com a Chirp para viabilizar o a transmissão de dados sobre som para companhias brasileiras de diversos setores. Por meio de DoS ( data over sound) permite o envio de informações digitais para outros dispositivos sem a necessidade de emparelhar ou conectar aparelhos, permitindo também a função broadcasting de transmissão.

Com a transferência de dados através do som, qualquer dispositivo com microfone pode ser utilizado como codificador e decodificador de áudio. Também funciona sem a necessidade de qualquer outra forma de conectividade, como Wi-Fi ou Bluetooth, permitindo que a rede de múltiplas plataformas e dispositivos seja feita off-line.

Segundo o CEO da empresa e presidente do ABII, José Rizzo, “Em entretenimento, por exemplo, a Chirp já possibilitou a transmissão de dados entre games, enviando personagens via som para outros dispositivos, por exemplo. Outro projeto foi a interação de personagens físicos com o desenho animado na tela do computador, TV, smartphone ou tablete”. Em outras palavras, a tecnologia pode ser usada por diversos segmentos da indústria e corporativo.

Além do broadcasting e na indústria de entretenimento, o DoS poderá ser utilizada nas autorizações de pagamentos, ticketing, transportes, automação industrial, TV, rádio, games, streaming (Real Second Screen), eletro portáteis, estádios/conferências, controle de acesso, ações em eventos e pontos de venda, interação entre aplicativos e robôs, e sendo possível desde acesso remoto (via telefone/call center) de operadora de TV a cabo até mesmo leitura de sensores em usinas nucleares.

Pelo fato de utilizar o som para transferir dados, qualquer dispositivo com microfone pode ser utilizado como codificador e decodificador de áudio. Desta forma é uma tecnologia popular e de fácil acesso, que respeita a criptografia e os códigos de segurança de desenvolvimento e não necessita de regulamentação de órgãos como Anatel, tornando sua aplicação mais rápida e menos burocrática.

Segundo O executivo e o CSO & EVP Américas da Chirp, Marco Carvalho, ““A DoS é mais barata, mais abrangente e otimiza melhor os recursos dos aparelhos já existentes no mercado para sua aplicação imediata”. Ele ainda completa afirmando que a empresa busca novas tecnologias.

Para desenvolver a Divisão Chirp no Brasil, a Pollux conta com Rafael Porazza que tem como missão ampliar o mercado de forma acelerada, garantindo o mesmo nível de adoção já observado em diversos outros países. “A tecnologia tem aplicação comprovada em Hong Kong, Índia, Reino Unido e nos EUA agilizando processos, diminuindo custos operacionais, viabilizando conexões e interações antes improváveis, não somente entre máquinas, mas no cotidiano das pessoas”.

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