Criminosos assaltam casa de câmbio no RJ e procuram por bitcoins

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

19 de janeiro de 2018 às 17:21 - Atualizado há 3 anos

Logo Novo Curso

Transmissão exclusiva: Dia 08 de Março, às 21h

Descubra os elementos secretos que empresas de sucesso estão usando para se libertar do antigo modelo de Gestão Feudal de Negócios.

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

O Bitcoin tem gerado, se não desejo, no mínimo curiosidade de pessoas de todo o mundo. A criptomoeda chegou mudando a forma de como nos relacionamos com o dinheiro, pois não é gerida por nenhum governo e é totalmente virtual. Para saber como as criptomoedas, blockchain e outras tecnologias impactarão no mundo, participe de um evento exclusivo evento 2018 – A Revolução da Nova Economia.

A criptomoeda teve a valorização de mais de 300% no ano passado, o que pode ter gerado o interesse dos ladrões que assaltaram uma casa de câmbio na última sexta-feira (12) no bairro de Copacabana, no Rio de Janeiro.

A aceitação da criptomoeda pode ter sido um fator de interesse pois a instituição foi assaltada após indicar que aceitava bitcoin. A casa de câmbio colocou uma placa que indicava que aceita a criptomoeda. Quando os criminosos entraram na casa de câmbio, roubaram R$ 100 mil em dinheiro e joias e procuraram as criptomoedas na carteira virtual do celular do dono da casa de câmbio.

Eles pegaram meu celular e disseram que queriam o bitcoin, que fica na carteira virtual em um aplicativo no celular. Na nossa carteira não tinha porque fica em outro lugar. Eles exigiram algumas vezes, mas depois que perceberam que não havia nada em nossos celulares, desistiram”, contou o dono da casa de câmbio.

O assalto aconteceu após os criminosos renderem uma cliente e dizer que gostariam de falar com o dono da casa de câmbio, Lucas Cohen. “Nossa cabine é blindada, mas meu irmão tinha acabado de chegar e a porta estava aberta, por onde um deles entrou. Também colocaram a arma em nossas cabeças várias vezes. Eles sabiam quem éramos todos nós. Falaram ‘o serviço é dado, a gente conhece a família de vocês, conhece vocês’”, contou Lucas.

(Via Yahoo)

[php snippet=5]