Advinha que empresa pode ter 30% de suas vendas em queda? A Coca-Cola!

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

11 de dezembro de 2017 às 10:53 - Atualizado há 3 anos

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Em uma das maiores conferências americanas sobre o setor de bebida, duas empresas foram “atacadas” por terem um problemão em suas mãos. Trata-se das gigantes Coca-Cola e Pepsi. A Beverage Digest’s Future Smarts Conference mostrou que elas podem sofrer de um problema muito grande: as pessoas podem passar a fazer compras que não estimulam a venda de bebidas.

Ali Dibadj, analista da Bernstein, afirmou que compras “por impulso” são cerca de 30% das compras de bebidas. Isso quer dizer que uma grande parte da receita das empresas de bebida, como Coca-Cola ou a Pepsi, provém do consumo não-planejado, fruto do acaso, algo comum em compras em lojas físicas, mas não presente quando as pessoas fazem compras através do e-commerce.

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Boa parte dos consumidores compram suas Coca-Colas e Pepsis quando estão em um supermercado. Não surpreendente, o volume nas compras de bebidas tem caído há doze anos consecutivos. “Eu não acredito que a maioria das empresas de bebidas estão preparadas para isso”, disse a analista do Macquarie Capital, Caroline Levy – com “isso”, entendemos que é a ascensão do e-commerce para alimentos também.

Mas a Coca-Cola e a Pepsi perceberam a ameaça em seus negócios e, na mesma conferência ambas mencionaram as compras online em sua apresentação. A Coca-Cola inclusive apresentou que está estudando uma forma de compra “Click e colete”, vendas em kits de comida e novas maneiras de gerar impulso nos e-commerces.

Os hábitos dos consumidores estão mudando e as empresas devem se adequar aos novos costumes. Isso faz parte da Nova Economia, que traz inovações capazes de mudar rotinas (e o mundo). Para saber como essa economia poderá impactar ainda em 2018, participe do evento 2018 – A Revolução da Nova Economia.

Algumas empresas, como o Walmart, já têm se adequado à esta nova concepção, desenvolvendo iniciativas para unir o varejo online e offline e tornando-se ativas na rede. As empresas que não o fizerem deverão experimentar uma baixa em suas vendas, conforme os consumidores estão migrando para as ofertas de e-commerce.

O próprio CEO da Starbucks, Kevin Johnson, disse a investidores esse ano “varejistas que são ágeis e reimaginam a arte do possível serão grandes vencedores na indústria. Os varejistas que não, terão que se esforçar”. O analista Ali Dibadj ainda afirmou que, até o dia em que receberemos instantaneamente bebidas geladas em nossa casa enquanto estivermos no computador, o e-commerce desafiará compras por impulso. E as gigantes de bebida como consequência disso.

(Via Business Insider)

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