Cientistas conseguem criar uma cura viável para alergias

Da Redação

Por Da Redação

5 de junho de 2017 às 18:14 - Atualizado há 3 anos

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Cientistas da Universidade de Queensland, na Austrália, encontraram uma forma de “desligar” a resposta do organismo para certas alergias, um grande avanço na área da saúde. Alérgicos não vão mais ter que se preocupar com exposição ao produto alérgeno.

O estudo, publicado aqui, mostra que quem tem uma alergia séria não precisa se preocupar mais, pois os sintomas dramáticos não se manifestam. Basicamente, os cientistas conseguiram apagar a memória das células de imunidade, as células T. Essa é uma demonstração do que a tecnologia está fazendo no campo de saúde.

Elas tipicamente formam uma memória resistente para tratamentos. Com o uso de terapia genética, eles foram capazes de aplicar uma proteção permanente. “Quando alguém tem uma alergia ou asma, os sintomas que eles experimentam resultam das células de imunidade reagindo a proteína do alérgeno”, afirmou o professor Ray Steptoe, líder da pesquisa.

O teste foi feito com apenas um alérgeno, mas em teoria pode ser usado para vários. “Nosso trabalho fez um experimento com alérgeno da asma, mas essa pesquisa pode ser aplicada para tratar qualquer alergia severa, como nozes, veneno de abelha, mariscos e outras substâncias”, completa.

Na pesquisa, os cientistas usaram células tronco de sangue e inseriram um gene para regular a proteína do alérgeno. Eles encontraram que a memória genética da resposta poderia ser “deletada”, então ao ser exposto ao alérgeno novamente, esta resposta pode ser interrompida. Ao invés de parar a resposta, a pesquisa para a doença antes que ela mature.

Neste momento, a pesquisa ainda está em fase pré-cliníca, ou seja, não foi testada em humanos por enquanto. Eles, porém, testaram com ratos asmáticos e tiveram sucesso. Agora, o teste deverá passar para humanos.

A expectativa é que pessoas com alergia sejam tratadas com uma simples injeção, que daria uma proteção permanente. Agora, demorará até cinco anos para que tudo isso comece a ser testado em humanos, demorando de 10 até 15 anos para ser colocado para uso das pessoas.

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