Carro autônomo vai gerar um mercado de US$ 7 trilhões, mostra estudo

Da Redação

Por Da Redação

5 de junho de 2017 às 13:53 - Atualizado há 3 anos

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Um estudo da firma de análise Strategy Analytics mostrou que o carro autônomo vai gerar um mercado de US$ 7 trilhões. O estudo, patrocinado pela Intel, mostra que nascerá um novo segmento chamado MaaS (Mobility as a Service, ou mobilidade como serviço).

Ele deverá ser dividido em dois grandes segmentos: corporativo e pessoal. O corporativo vai gerar cerca de US$ 3 trilhões em receitas, enquanto o pessoal vai ser de cerca de US$ 3,7 trilhões. Espera-se ainda US$ 200 bilhões de receitas geradas do uso de novos aplicativos e serviços que deverão surgir nos próximos anos.

A expectativa da Intel é que 585 mil vidas sejam economizadas em uma década depois da implementação total da tecnologia, entre 2035 e 2045. Além disso, serão economizados cerca de US$ 234 bilhões em acidentes que não ocorrerão e de pessoas que não terão suas vidas alteradas por conta disso.

O tempo que as pessoas terão livre por conta disso será maior, já que os carros autônomos permitirá que os motoristas não dirijam. A expectativa deste estudo é que 250 milhões de horas do tempo de deslocamento dos consumidores seja liberado com essa nova mobilidade. Esta realidade começa a ser desenhada no Vale do Silício.

Mais alterações na sociedade

Esse novo tempo útil deverá criar uma infinidade de novos serviços, que a Intel chamou de “Car-venience” – carro-conveniência. Ela acredita no surgimento de salões de beleza dentro de carros, equipamento para colaboração remota, alimentação dentro do carro, vendas remotas e até mesmo hotéis ambulantes.

Haverá também uma explosão de conteúdo produzido para o momento em que as pessoas estão em trânsito, como filmes e séries. As propagandas vão mudar também, se tornando mais locais e levando mais a localização do usuário em conta.

Empresas deverão oferecer mobilidade como um benefício para seus possíveis colaboradores, como uma forma de incentive para que eles escolham trabalhar para elas – da mesma forma que oferecem plano de saúde e vale refeição por exemplo.

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