Branding: o que sua empresa precisa fazer para manter a relevância em 2018

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

13 de dezembro de 2017 às 16:10 - Atualizado há 3 anos

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Hoje, ao vermos o símbolo de uma maçã mordida, a primeira marca que nos vêm a cabeça é a Apple. Quando vemos um refrigerante na cor vermelha, rapidamente associamos à Coca-Cola. Ao falarmos sobre o Nubank, lembramos da cor roxa – não é à toa que o slogan da empresa é “The Future is Purple”. O que essas marcas têm em comum – sendo startup ou corporação – é que possuem um bom branding para formação dessa identidade.

O branding é a gestão da marca de uma empresa, a construção de uma identidade. Além de seus produtos, as empresas possuem valor na sociedade pelo o que são e entregam ao mundo. É por isso que essa ferramenta é uma importante aliada para todas as empresas que não querem se tornar obsoletas (e esquecidas).

Por isso, conversamos com a Ana Couto, CEO da Agência Ana Couto, para saber como as empresas podem investir em branding para tornarem-se mais fortes no mercado. “O mundo está cada vez mais volátil e incerto. 2017 foi um ano desafiador em termos de economia, as marcas tiveram que repensar bastante em termo de fidelização do cliente”, afirmou.

Para Ana, esse foi um bom ano para as empresas que souberam se repensar em questão de condicionamento e relevância no mercado. Em 2018, o recomendável para qualquer setor é melhorar seus serviços (ou criar novos), colocando o cliente no centro.

“A marca é a ponta dessa visão de transformação do negócio, de diferenciação de propósito para o consumidor. E elas têm que investir em inovação, em um novo mindset, para evoluir de forma relevante para seus consumidores”, comentou Ana Couto. Para ela, existem duas visões complementares fundamentais para o ano que vem: a inovação do negócio e a diferenciação de propósito para a marca.

Porque hoje, por exemplo, ser um banco não é mais o suficiente – independente do tamanho da empresa, o esforço de se tornar o melhor deve ser constante. A tecnologia cada vez mais facilita (e traz) a inovação e se você não criar um produto inovador, tornando-se necessário, outra pessoa o fará.

Ainda utilizando o banco como exemplo, até mesmo em áreas mais conservadoras como a financeira é possível inovar trazendo serviços mais ágeis. A gestão de contas bancárias digitais estão cada vez mais populares por um motivo simples: a facilidade.

“Estamos em um período de muitas oportunidades. As grandes empresas que não repensarem seus modelos tradicionais não estarão aqui no futuro, 40% das empresas vão sumir nos próximos 10 anos. E as pequenas, se não tiverem uma visão diferenciada de propósito muito claro também não vão crescer”, afirmou a CEO da Ana Couto Branding.

Portanto, em 2018, não basta você trazer a cultura de inovação para sua empresa – média ou grande – sem mostrar o valor que sua marca traz para o mundo. Como o próprio nome diz, os diferenciais – desde revolucionar com a criação do primeiro iPhone, um refrigerante com o rótulo vermelho que hoje significa mais do que uma bebida, e um cartão de crédito sem anuidade, por exemplo – são o que mantém uma empresa viva e fideliza clientes.

O que é que faz sua empresa diferente das outras? Por quê sua startup possui a melhor solução? Um bom branding responde essas perguntas e, associado a um modelo de negócios disruptivo com foco em uma boa experiência para o cliente, você se manterá ativo na Nova Economia.

Porque apesar da Nova Economia estar chegando através de novas tecnologias, suas mudanças atingem todo o mundo, em qualquer setor. Para saber as outras formas que essas inovações mudarão nossa rotina a curto e longo prazo, participe do evento 2018 – A Revolução da Nova Economia.