Em qual criptomoeda investir e como se proteger: especialistas te ensinam como!

No workshop do Bitcoin Conference, especialistas falaram como identificar uma boa criptomoeda e os cuidados que você deve ter

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Na tarde desta terça-feira, o Bitcoin Conference contou com uma série de especialistas que deram uma aula sobre criptomoedas. Em um dos painéis do workshop, o foco foi como identificar quais criptomoedas investir e como fazê-lo. Nele, falaram Helena Suarez, da SuM, Fausto Botelho, da Enfoque, e Cícero Jacobi, empreendedor e especialista de bitcoin.

Sobre a tecnologia do bitcoin, Jacobi deixou claro que a criptomoeda não é simplesmente uma inovação, mas uma revolução: “Ela permite tirar o controle do sistema, porque não tem como regular o bitcoin”. Com essa tendência de democratização, a dúvida sobre como escolher a criptomoeda fica latente.

Dessa forma, Botelho, que também possui vasta experiência em investimentos, subiu ao palco já avisando que uma das coisas mais importantes ao investir, de maneira geral, é o psicológico. Dessa forma, ter sangue frio, muita calma e saber analisar o que está acontecendo são ingredientes essenciais para o sucesso. Mas não só.

“Para quem está investindo em criptomoedas a curto prazo, recomendo analisar análise gráfica e se basear nas ondas para saber o melhor momento. No entanto, a longo prazo é preciso aprender o protocolo das principais e saber qual está agregando valor”, afirmou Helena Suarez. A especialista ainda revelou que particularmente gosta muito da Litecoin e não recomenda investir na Bitcoin Cash, por ter uma tecnologia ruim.

Como se proteger?

No painel seguinte, Aloísio Matos, advogado da BitBlue, entusiasta e investidor no mercado de criptomoedas, falou sobre como o bitcoin inovou nas transações e os cuidados que são necessários para não ser vítima de fraude.

Não é surpresa para ninguém que para fazer transações sempre foi necessário diversas informações: nome, endereço, país tanto, banco, endereço do banco de destinatário e remetente, entre outros. Com bitcoin só é preciso o endereço do remetente e do destinatário. Nada mais, nada menos.

Ao mesmo tempo, também há dificuldades. No caso, todo meio de pagamento está sujeito a fraudes e com as criptomoedas isso não é diferente. Aloísio chamou atenção para fraudes cada vez mais comuns, como marketing multinível ou pirâmide, moedas virtuais falsas, corretoras falsas. Para driblá-los, segundo Matos, é importante saber com quem está lidando: “Fuja de promessas de ganhos e mágicas financeiras: neste mercado é importante você saber com quem está trabalhando”.

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