40% das empresas vão falir em 10 anos, diz ex-CEO de maior empresa do mundo

Da Redação

Por Da Redação

9 de Maio de 2018 às 16:22 - Atualizado há 3 anos

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

John Chambers, CEO (Chief Executive Officer) da Cisco por 20 anos profetizou algum tempo atrás: “40% das empresas vão falir nos próximos 10 anos”. O que faz com que ele tenha uma visão tão forte sobre o futuro? A internet das coisas e a grande mudança que isso vai trazer para as próximas décadas. Basicamente, todos os produtos e serviços estarão diferentes nas próximas décadas, seja de um jeito ou de outro.

Para ele, isso vai fazer a economia dar uma reviravolta gigantesca: empresas acomodadas e sem inovação vão falir, dando espaço para novas empresas alinhadas com as inovações deverão tomar seus lugares – uma tendência que já está ocorrendo com milhares de startup de tecnologia ganhando proeminência.

“40% das empresas no Reino Unido não vão existir mais substancialmente nos próximos 10 anos, o mesmo com os Estados Unidos”, disse. E isso vale para a própria Cisco: ele deverá trabalhar profundamente para que a empresa dele, que já foi a mais valiosa do mundo no final da década de 90, fique no “lado errado dos 40%”.

Serão 50 bilhões de aparelhos conectados em 2020 e 500 bilhões (sim, esse número não está errado) em 2030. Isso deverá mudar completamente todos os negócios e todas as produções: por exemplo, a gigante Tyson Foods instalou IoT em uma das suas fábricas e teve um retorno de 5 vezes no capital investido em pouquíssimo tempo, apenas economizando em salsichas que antes iam para o lixo.

A Cisco é uma das empresas que buscam aumentar a penetração da internet das coisas no mundo, este segmento fortíssimo da nova economia. “A gente acredita que podemos mudar o mundo. Não somos a companhia perfeita, não sou o líder perfeito, mas temos crenças muito fortes”, destaca.

Talvez essa seja a maior oportunidade de nosso tempo. Adentrar a Nova Economia e adaptar-se não é algo simples. Estamos numa fase de inovação, não de cópia! Para te ajudar, preparamos este especial sobre a Nova Economia para você entender o assunto e compreender qual é a melhor forma de você se enquadrar nela.

[php snippet=5]