Airbus está próxima de testar seu táxi aéreo autônomo que custará barato

A unidade da Airbus no Vale do Silício está desenvolvendo um táxi voador, para aliviar o transito e finalmente entregar a tecnologia

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A Airbus está próxima de efetuar o primeiro teste de voo de sua aeronave elétrica. A companhia diz que um passeio no veículo será tão barato quanto "pegar um táxi”.

A unidade da Airbus no Vale do Silício está desenvolvendo um táxi voador, para aliviar o transito e finalmente entregar a tecnologia. Grandes empresas usam o Vale para desenvolver inovações. Você conhece a região? Montamos o e-book: "Conheça o Vale do Silício", para te ajudar a entender como as coisas funcionam em um dos maiores centros de inovação do mundo.

Zach Lovering, o líder do projeto, revelou um teaser sobre como funcionará o protótipo, dizendo que custará aos passageiros algo em torno de US$ 1,50 e US$ 2,50 por milha (1,6 km).

Chamado Project Vahana, a ideia é que o veículo seja autônomo e dependa de oito rotores para decolar verticalmente. A companhia irá fazer seu primeiro teste, em um alcance de 50 km, no fim desse ano. A versão final, que está programada para chegar ao mercado em 2020, será capaz de viajar por 100 km.

A Airbus não é a única empresa atrás de carros voadores com decolagem vertical (VTOL) para aliviar o transito nas cidades. A alemã e-Volo e a Uber também estão planejando lançar seus protótipos em 2018 e 2021, respectivamente.

Entretanto, a companhia é a primeira a divulgar uma expectativa de preço pelo serviço.

A Airbus é capaz de manter os preços baixos por conta da utilização de um powertrain elétrico, que não exige tanta manutenção como os motores a gasolina, que sofrem ciclos térmicos extremos, segundo Lovering. A implantação de um sistema autônomo que não requer um piloto também reduz os custos.

Funcionará assim: um cliente usará um aplicativo para chamar um veículo Vahana em um heliporto próximo. Enquanto um passageiro usará um Uber ou um táxi para chegar ao local de voo, a aeronave realizará automaticamente um teste pré-vôo para garantir que tudo está nos conformes para decolar logo que o usuário chegar.

O projeto depende da aprovação da FAA (Federal Aviation Administration) para ser regularizado. Lovering diz que o primeiro passo já foi dado. Em dezembro passado, a FAA emitiu uma decisão, revisada nos termos da seção 23 de sua Lei de Small Airplane Revitalization, que facilita a certificação de novos tipos de aeronaves de pequeno porte.

Se esse novo modelo de transporte irá de fato reduzir o congestionamento nas cidades, nós ainda precisamos ver.

 

(via Business Insider)

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