Por que você deve ir para o Vale do Silício? Jorge Paulo Lemann explica

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

14 de agosto de 2020 às 19:11 - Atualizado há 4 meses

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Black Friday 2020

Nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

“Se eu tivesse me formando agora, iria para o Vale do Silício, para realmente me atualizar sobre o que é bom, o que é importante, o que vai acontecer e tentaria encontrar uma oportunidade interessante para crescer”, afirmou Jorge Paulo Lemann durante o evento Brasa Hack. O empresário, referência no mundo todo, falou sobre percepções de carreira e como enxerga as oportunidades hoje em dia. 

Lemann se referiu ao Vale do Silício como um lugar de muito aprendizado. “O mundo vai rapidamente nessa direção, com mais tecnologia, inteligência artificial. Eu tentaria ir para algum lugar onde pudesse aprender. Sempre fui um grande copiador de coisas que vi lá fora”, ressaltou o empresário durante o painel.

E não é por acaso que o discurso do empresário chama atenção dos jovens. Ao lado de Steve Jobs, da Apple, Jorge se tornou uma das principais inspirações para os profissionais da Geração Y e Z, nascidos entre os anos 90 e 2000. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Page Talent e Inova Business School.

Conheça o maior polo de inovação do mundo e aprenda como as empresas da região estão inovando!

O momento é das startups

Além de citar um dos maiores polos de inovação do mundo como fonte de aprendizado, Lemann ainda revelou que se estivesse se formando agora, trabalharia em uma startup. Segundo ele, são nessas empresas menores que os profissionais têm mais oportunidades de aprender, fazer e errar — sem tantas burocracias e métodos engessados. “Acredito muito em aprender por fazer e errar, e é mais fácil numa empresa pequena, onde as pessoas te jogam as oportunidades e você tem que se virar e sobreviver”, afirmou. 

O empresário tem, inclusive, se aproximado das startups nos últimos meses. O executivo, famoso por seu amplo portfólio de investimentos, já realizou aportes em empresas como Movile (dona de aplicativos como iFood e PlayKids), Stone, de meios de pagamentos, e a Brex, fintech que oferece cartão de crédito para startups nos Estados Unidos.

O executivo ainda falou sobre as carreiras modernas e a necessidade de se reinventar a todo momento. “A vida é assim. Vamos nos adaptando, aprendendo e sempre nos ajustando. Muitos jovens acham que nas carreiras tudo é organizado. Eu não acho que é assim. Você sobe a escada um pouco, leva alguns tombos e sempre tem que estar aprendendo algo coisa diferente e novo. Tem que estar pronto para se ajustar e fazer o melhor para aquele momento”.