PIX é o fim das maquininhas? Veja tudo o que você precisa saber sobre a novidade

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

9 de dezembro de 2020 às 17:03 - Atualizado há 2 meses

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Você já deve ter ouvido falar do PIX. Há alguns meses, o pagamento instantâneo criado pelo Banco Central começou a ser oferecido por bancos e fintechs. Agora, além da concorrência pela abertura da conta bancária, há a atratividade para que abram uma chave PIX. O Santander, por exemplo, trouxe Ana Paula Arósio (atriz sumida há mais de dez anos) de volta para as telinhas, bem como possui o sorteio de R$ 1 milhão.

O PIX é realizado diretamente nas plataformas digitais dos bancos e fintechs. Portanto, mesmo que as transações sejam gratuitas para o consumidor comum, essa é uma forma de fidelizar clientes. Diferente das TEDs e DOCs, o PIX pode ser realizado 24 horas por dia, 7 dias por semana. A transação acontece em segundos, independente de quais sejam os bancos facilitadores.

Em vigor deste 16 de novembro, até agora foram realizadas mais de 43 milhões de transações do PIX, movimentando mais de R$ 40 bilhões. Para os consumidores, significa uma maior possibilidade de inclusão financeira; mais liberdade ao realizar pagamentos; estímulo à digitalização e redução no uso de cédulas.

A recepção tem sido positiva. De acordo com uma pesquisa do IBOPEtm encomendada pelo C6 Bank, o PIX já é considerado melhor que TED e DOC para 60% dos internautas brasileiros. A pesquisa foi realizada com 2 mil pessoas.

E para os negócios?

O PIX possui um grande potencial para os negócios. Para as empresas, ele reúne:

  1. Baixo custo de aceitação

O PIX promete ter um custo mais acessível do que outras formas de pagamento, a exemplo das maquininhas de cartões. Além disso, oferece uma experiência 100% sem contato, pois as transações são realizadas a partir de chaves (CPF, telefone, e-mail, entre outros), em aplicativos.

  1. Disponibilização de recursos

A disponibilidade de recursos é feita na hora para os recebedores, independente do dia e horário (inclusive em feriados!). Dessa forma, tende a diminuir a necessidade de crédito.

  1. Facilidade e rapidez no checkout

Há menos fricção na hora do pagamento. Os varejistas poderão diminuir suas dependências com os POS (as maquininhas), bem como diminuir a necessidade de troco.

  1. Pagamento de impostos

Até mesmo o pagamento de débitos e créditos tributários podem ser descomplicados. Já é possível realizar pagamentos para o Banco do Brasil e Receita Federal através do PIX. As “DARFs”, Documentos de Arrecadação de Receitas Federais, passarão a ter um QR Code.

  1. Substituirá o cartão de crédito?

Essa é uma questão controversa que tem levantado opiniões diversas. Para Pedro Coutinho, CEO da Getnet (empresa de meios de pagamento do Santander), o pagamento instantâneo não irá dominar o mercado. Ele acredita que os cartões de crédito ainda terão um grande valor ao usuário, pela possibilidade de parcelamento de compras, por exemplo.

Mas, em contrapartida, o Banco Central anunciou em novembro que haverá a modalidade de crédito do PIX em 2021. A modalidade de “crédito” será por pagamento programado, que permitirá o financiamento e parcelamento dos valores.

Veja a análise da StartSe sobre o PIX

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