O que você deveria saber sobre inteligência artificial – ReStartSe 20/04

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

22 de abril de 2020 às 19:34 - Atualizado há 1 mês

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No meio da pandemia devido ao novo coronavírus, a StartSe criou o #MovimentoReStartSe, um programa de capacitação 100% gratuito e online para auxiliar empresas e profissionais a lidarem e saírem melhores dessa crise. Quatro aulas ao vivo são ministradas por especialistas do Brasil, Vale do Silício ou China em nossas redes sociais diariamente, às 11h, 13h, 15h e 17h.

Confira o resumo das aulas de segunda-feira (20):

Junior Borneli: por trás dos bastidores da StartSe

Junior Borneli, fundador da StartSe, utilizou sua experiência para descrever como empreender em nove atos. São eles: 1. Sonhar – é necessário sonhar, mas mais importante que manter o sonho vivo é coloca os pés no chão. 2. Executar – o sonho que não é acompanhado de uma forte execução, não vai para frente. Tem que fazer acontecer. 3. Falhar – nunca é bom falhar, mas quando você tira aprendizado de seus erros, se torna algo válido e mais próximo do seu objetivo. 4. Aprender – todas as derrotas que você tiver são oportunidades de aprendizado.

5. Persistir – é uma das coisas mais fortes e presentes na vida do empreendedor. A exemplo de Elon Musk e Steve Jobs, eles persistiram e superaram erros para ter sucesso. 6. Superar – a persistência é uma das principais coisas que fazem você sair do ponto A e chegar no ponto B. 7. Conquistar – a trajetória de uma vida de sucesso não é uma linha reta, você precisará dar muitas voltas para superar desafios. 8. StartSe – quando começamos, pensamos que a nossa vida tinha sido tão difícil em empreender que precisávamos dar um restart, transformar, recomeçar. 9. Propósito – deve ser verdadeiro, genuíno. A nossa vontade de criar uma escola de negócios nasceu do nosso fracasso, da nossa dor.

 Felipe Giannetti: como desenvolver atitudes empreendedoras

Felipe Giannetti, sócio da StartSe, participou da trilha de Maurício Benvenutti. Empreendedores são pessoas que identificam oportunidades, têm visão e influência, são confortáveis com o incerto e eficientes na hora de criar conexões. Ele classificou as atitudes em três módulos: pequenos negócios, startups e corporações. Os pequenos negócios, como cafés, padarias e mercados, possuem um papel fundamental para a sociedade – e podem se tornar grandiosos. A Starbucks começou como uma pequena cafeteria.

Já as startups moldaram o mundo em que vivemos hoje. “Na minha opinião, muito do que estamos vivendo hoje é por conta do WhatsApp. Pensem no que essa empresa fez no mundo. Eles viram uma oportunidade de criar algo que democratize a comunicação por mensagens”, afirmou. Hoje, esse é o aplicativo mais baixado do mundo e também se tornou uma ferramenta para vendas. Já as corporações também possibilitam ter atitudes empreendedoras. O Google, ao incentivar que os funcionários tirem 20% do tempo para fazer coisas que fogem de seu dia a dia, permite que trabalhem em iniciativas completamente diferentes. Um dos resultados foi o Gmail, em que um profissional resolveu criar uma experiência diferente aos e-mails que já existiam.

Cristiano Kruel: o que você deveria saber sobre inteligência artificial

Cristiano Kruel, líder de inovação da StartSe, descreveu a inteligência artificial a partir de três espectros: tecnologia, economia e filosofia. Na aula com Felipe Lamounier, líder de negócios internacionais da StartSe, ele descreveu em uma frase o que é a I.A: utilizar algoritmos para predição e “saber o que você não sabe, com dados que você sabe”. Hoje, a I.A possui o machine learning (em que os algoritmos passam a aprender sem serem explicitamente ensinados) e o deep learning, que utiliza redes neurais (contando com “neurônios artificiais”) e possui o “back propagation”, a capacidade de aprender com base nos dados e corrigir seus próprios erros sozinha, com base nas próprias experiências.

Do ponto de vista econômico, atualmente os três empregos mais desejados do mundo, de acordo com o LinkedIn, estão diretamente conectados com I.A. Há empresas utilizando esta tecnologia na saúde, como a Butterfly IQ, que diagnostica o novo coronavírus a partir dos dados de pulmão; e na segurança, a exemplo da Synapse Tech, que lê a probabilidade dos passageiros carregarem itens proibidos no aeroporto, classificando o risco quando passam pelo raio x.

Na filosofia, a tecnologia é frequentemente taxada como uma ameaça terrível ou uma inovação que trará mais prosperidade. Assim como na Revolução Industrial, há três tipos de ludistas: o responsável, preocupado com possíveis danos; o ignorante, que condena a I.A porque não a conhece; e o malandro, que sabe o que é, mas torce pelo fracasso, pois está confortável com o mundo do jeito que é.

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Luis Alt: como o design de serviço pode ajudar uma organização a se reinventar

Luis Alt, sócio fundador da Livework Brasil, e Pedro Englert, CEO da StartSe, discutiram como o design de serviço pode impactar em uma empresa. Ele não muda apenas a entrega de um produto, mas também o método de trabalho: é necessário entender o problema e quem é o cliente; como ele interage; quais experiências ele está tendo; quais melhorias, grandes ou pequenas, ele necessita.

Programa Exponencial de Retomada: prepare-se para superar a crise

Ele trouxe cinco passos para incorporar o design em uma organização: 1. Procure ter uma visão da “vida como ela é”; 2. Coloque as pessoas no centro das decisões. 3. Questione premissas há muito tidas como ‘certas’. 4. Busque gerar muitas opções antes de tomar decisões. 5. Verifique cedo e constantemente suas estratégias e decisões.