Nashville proíbe uso de patinetes elétricos após acidente fatal na cidade

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

24 de junho de 2019 às 09:55 - Atualizado há 2 anos

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 22 a 25/Fev - 2021, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Empresas de patinetes elétricos estarão proibidas de atuar em Nashville, nos Estados Unidos. O prefeito da cidade, David Briley, deu a notícia em seu Twitter na última sexta-feira (21) depois de um usuário morrer em um acidente envolvendo o veículo. Ao todo, sete empresas precisarão encerrar suas atividades e tirar os patinetes das ruas.

“Temos visto os custos de segurança e acessibilidade pública que esses dispositivos causam, e não é justo para os nossos residentes que isso continue”, disse Briley. “Se esses dispositivos retornarem no futuro, será depois de um processo público, em nossos termos, com supervisão rígida de números, segurança e acessibilidade.”

Brady Gaulke, de 26 anos, foi atingido por um veículo e morreu enquanto andava em um patinete em maio deste ano. De acordo com autoridades de Nashville, exames identificaram uma quantidade de álcool no sangue de Gaulke acima do limite legal.

De acordo com o The Tennessean, o prefeito planeja retirar cerca de quatro mil patinetes das ruas e permitir que uma ou duas empresas retornem futuramente com pequenas frotas e atendendo às novas exigências de segurança em um processo supervisionado pela Comissão de Licenciamento de Transportes da cidade.

Regulamentação

A polêmica dos patinetes não atingiu apenas Nashville. No Brasil, a prefeitura de São Paulo regulamentou o uso dos veículos nas ruas. Já no Rio de Janeiro, deputados da Assembleia Legislativa da cidade aprovaram um projeto de regulamentação semelhante para o uso.