Dados: a verdadeira revolução da saúde

Tainá Freitas

Por Tainá Freitas

22 de janeiro de 2021 às 09:31 - Atualizado há 1 mês

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Saber quantos passos foram dados em um dia, a frequência cardíaca e as calorias perdidas se tornou algo comum para muitas pessoas. Com o uso de dispositivos “wearables” – vestíveis -, dados estão sendo coletados de suas rotinas a todo momento.

Um Apple Watch já detectou anormalidade na frequência cardíaca de um brasileiro e o avisou, impedindo que a situação ficasse mais séria e que ele se cuidasse de forma preventiva. A situação foi notada inclusive por Tim Cook, o CEO da Apple.

E não há lugar apenas para a Apple neste mercado. Grandes empresas de tecnologia estão cada vez mais presentes no setor: Samsung (com o Galaxy Watch), Google e Xiaomi (com a MiBand), por exemplo.

O Google finalizou, recentemente, sua aquisição da Fitbit, uma empresa de relógios inteligentes focada em saúde. A transação foi de US$ 2,1 bilhões.

Inovações como essas permitem que entendamos a nossa saúde a todo momento e como nunca. Os dados permitem uma mudança revolucionária na medicina: a prevenção ao invés do tratamento.

Entenda o papel dos wearables nesta revolução da saúde, em uma análise de Junior Borneli e Piero Franceschi: