Visa irá oferecer imersão no Vale do Silício para suas aceleradas

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Por Lucas Bicudo

23 de março de 2018 às 18:12 - Atualizado há 3 anos

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A Visa lançou, pelo segundo ano, seu programa de aceleração de startups no Brasil. Para esse ano, a empresa terá capacidade de acelerar até 30 dos mais inovadores projetos do país.

“Nossa abordagem à inovação baseia-se na colaboração com organizações que se empenham para melhorar a experiência de pagamento dos consumidores. Por esse motivo, decidimos investir mais uma vez em startups que tenham essa mesma missão. O objetivo da Visa, no segundo ano do Programa de Aceleração, é continuar fomentando os negócios dos empreendedores e oferecer soluções digitais aos nossos parceiros, clientes e consumidores”, disse Percival Jatobá, VP de Produtos, Soluções e Inovação da Visa no Brasil.

Na primeira edição realizada aqui no Brasil, as startups BeeTech, Dataholics, FoxBit, NetxOne, OnBoard e Saffe foram aceleradas pelo programa da Visa e passaram por um período de imersão no Vale do Silício. Período esse que hoje queremos falar.

Bruno Diniz, fundador da consultoria de inovação Spiralem e Presidente do Comitê de Fintechs da Associação Brasileiras de Startups, diz que recebeu o convite para se tornar mentor do Programa de Aceleração da Visa por conta de suas experiências com modelos de negócio internacionais e com questões relacionadas à internacionalização. Escolha certa, quando o papo é viver a cultura do Vale do Silício.

Ele relembra o caso da NextOne, acelerada pela Visa no ano passado e que nasceu como uma empresa que transformava uma imobiliária em uma emissora de seguros local. “A experiência que eles tiveram com a Visa no Vale foi transformadora. Conseguimos agregar bastante nesse sentido. Ajudamos a criar uma mentalidade global dentro da NextOne, a ideia dela pertencer ao mundo”, diz Bruno.

Passar por um período de imersão no Vale é pertencer ao mundo. Existe por lá muito mais do que empresas de tecnologia profundamente inovadoras. Há uma mentalidade única, uma forma de fazer negócios ímpar e um jeito de pensar diferente.

“Ficamos dentro de um coworking e temos todo suporte para conhecermos diversas empresas e empresários. Conseguimos também entender como as criptomoedas ajudam a revolucionar o setor financeiro e comprovar com nossa experiência que esse meio de pagamento veio para ficar”, afirmou ao StartSe na época o sócio-diretor da FoxBit, Felipe Trovão.

Estar lá, sobretudo, é ter a oportunidade para aprender os diversos formatos que grandes empresas estão utilizando para se conectar à Nova Economia. É uma provocação para repensar o mundo sob a ótica das inovações que estarão presentes no dia a dia das pessoas muito em breve. Carros autônomos e conectados, lojas operadas por robôs, modelos de negócios inovadores, transformação do mercado de trabalho, o fenômeno da economia compartilhada e dezenas de transformações digiais pelas quais o mundo vai passar e que já estão presentes no Vale.

Além de ser lar das empresas mais disruptivas e famosas ao redor do globo, como Facebook, Apple e Google, por exemplo, a região também conta com a presença de duas das mais renomadas universidades do mundo: a Universidade de Stanford, em Stanford, e a Universidade da Califórnia, em Berkeley (UC Berkeley).

Segundo Maurício Benvenutti, sócio do StartSe e autor do livro Incansáveis, existem três condições que fazem o Vale ser sinônimo de sucesso. Elas são: rebeldia, conhecimento e capital financeiro. Afinal, sem inconformismo e vontade de mudar o mundo, unido a um bom know-how e investimentos, dificilmente há inovações.

No Vale, além de existir muita rebeldia, devido à cultura local, e conhecimento, em parte devido às universidades de lá, há uma quantidade abundante de capital. Dessa forma, ao mesmo tempo em que é conhecido como o berço das novidades mais recentes, o Vale acaba sendo foco não somente de novas ideias, como também de investimentos.

Já imaginou estar em um lugar desses? Se você quer viver esse tipo de experiência,

a Visa está com inscrições abertas! A iniciativa terá duas edições ao longo deste ano, sempre com foco em dois perfis de startups, o Growth e o Start. No Growth, o objetivo é acelerar as startups que já estão estabelecidas no mercado, enquanto no Start a busca é por startups ainda em estágio embrionário. No primeiro semestre, as inscrições para o Growth e o Start estão abertas até 21 de março e 11 de abril, respectivamente. E a partir de maio, as selecionadas passarão por um processo de imersão, bootcamp e elaboração de estratégias. As startups poderão viver uma rotina intensa de mentoria, num espaço de coworking em São Paulo.

As startups receberão investimentos, por meio de serviços e consultorias, de R$ 75 mil para startups do Start, e R$ 206 mil para startups do Growth – este último conta com um mês de imersão no Vale do Silício. Importante lembrar que a Visa não pedirá por participação acionária às startups interessadas.

Ao final do programa, todas as participantes terão a oportunidade de apresentar seus resultados para um comitê formado pela Visa, Kyvo, GSVlabs e nomes importantes do mercado em São Paulo.

Para mais informações sobre cronograma e inscrições, clique aqui caso seu interesse seja no Start e clique aqui caso seu interesse seja pelo Growth.

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