Um ano após comprar dezenas de startups, vendas do Walmart disparam

Da Redação

Por Da Redação

29 de Maio de 2017 às 19:11 - Atualizado há 4 anos

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Uma das maiores empresas do mundo, o Walmart, está sob ataque pesado da Amazon e há anos está sob ataque por parte da gigante de tecnologia e varejo. A companhia, nos últimos anos, tem se esforçado para alcançar a adversária no terreno digital. Só que um desastre aconteceu ano passado: no primeiro trimestre fiscal do ano de 2016, foi uma alta de apenas 7% frente o que havia sido visto em 2015.

A gigantesca empresa então resolveu mudar drasticamente sua estratégia e passou a fazer uma série de aquisições de empresas de e-commerce – que inclusive fez a empresa trazer Marc Lore para liderar o e-commerce da Walmart após adquirir a startup dele. Além disso, a companhia abriu uma incubadora no Vale do Silício para conseguir pensar no varejo de amanhã.

De um ano para cá, esse novo ímpeto do Walmart funcionou e a empresa acaba de ver um crescimento de 63% nas vendas online. E o mais impressionante: a maior parte veio do Walmart.com e não dos e-commerces adquiridos. Isso é especialmente interessante por mostrar que o que o Walmart fez foi oxigenar sua empresa e não apenas comprar crescimento. Muitas vezes o importante quando se adquire uma startup não é comprar o resultado daquela startup – e sim o espírito de inovação que aquela empresa possui, que permite a companhia continuar inovando e não morrer.

Isso fez com o Walmart tivesse um negócio online muito menos “apegado” as antigas práticas de mercado que funcionavam anos atrás, mas que não se justificam em um mundo em rápida transformação.

Muitas mudanças

A empresa fez algumas mudanças que valeram a pena: primeiro, foi mais agressiva em sua política de frete grátis nos Estados Unidos, para compras acima de US$ 35 e atingindo 2 milhões de produtos – o suficiente para a maioria das necessidades dos clientes, acredita a companhia.

Além disso, a companhia vem usando sua rede física para permitir que as pessoas tenham descontos ao comprar grandes itens que possuem um deslocamento caro principalmente nos últimos quilômetros de transporte. Se for entregue para a loja, este produto vai junto com o que já iria para a loja e o custo tende a se reduzir bastante.

A partir daí o próprio usuário busca o produto comprado online para não pagar frete. Isso é interessante pois mostra que a empresa entendeu que para competir com a Amazon teria que usar a sua vantagem de presença física global, com centenas de lojas e centros de distribuição.

Além disso, teria que jogar o jogo da inimiga: quintuplicou a quantidade de itens de terceiros no site, pulando de 10 milhões de itens para 50 milhões. E foi justamente isso que fez com que as vendas pulassem tanto de um ano para outro. Ela pode também copiar a Amazon ao permitir que esses terceiros guardem seus itens a serem vendidos nos centros de distribuição do Walmart.

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