Rumo incorpora pensamento inovador na logística ferroviária

Companhia lança programa estratégico e desenvolve projetos na área de tecnologia

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Por Conteúdo Patrocinado

21 de setembro de 2018 às 10:24 - Atualizado há 1 ano

Rumo

A Rumo está se reestruturando para aprimorar as estratégias operacionais de maneira colaborativa e inovadora. O pensamento “fora da caixa” auxilia no planejamento e na otimização de recursos, encontrando soluções que geram benefícios a todos os campos de atuação da ferrovia.

Com a responsabilidade de ser a maior companhia ferroviária do país, a empresa tem o objetivo de tornar-se uma das mais inovadoras do Brasil em quatro anos. O pioneirismo está calcado em um complexo plano integrador. “A mudança de comportamento é gradual e vem de dentro, uma vez que a ferrovia ainda é um ambiente consolidado e conservador. Toda uma cultura está em transformação”, explica a gerente executiva de inovação, Vivian Gasperino.

Denominado “Programa Inova”, o projeto envolve colaboradores de diversas áreas na intenção de mitigar e diminuir possíveis contratempos no processo de inovação. O modelo, conhecido como Open Innovation, possui direcionadores para que a aversão ao risco (natural na ferrovia) seja diluído. A iniciativa destaca a Rumo como modelo no setor.

“É uma prática de integração que vai possibilitar aumentar as chances de sucesso no desenvolvimento de projetos. A ferrovia vive um momento especial no Brasil, as possibilidades de expansão da malha ferroviária e o desenvolvimento de novas tecnologias na engenharia ferroviária e de automação estão sendo trabalhadas constantemente para otimizar a logística”, destaca o diretor de tecnologia da Rumo, Roberto Rubio Potzmann.

Dentro dessa perspectiva, a companhia vem trabalhando estrategicamente parcerias no mercado para fortalecer o movimento de inovação aberta, sem deixar de manter o equilíbrio com ações de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) tradicional, que estão ligadas ao core business e demandam testes de longo prazo, que requerem laboratórios, elaboração de novos componentes mecânicos, entre outros.

“É necessário ter um equilíbrio entre as ações para que possamos gerar soluções que impactem toda a empresa. As startups são dinâmicas, adaptativas e dispostas a pensar algo totalmente diferente do que foi tentado até então. Deste modo, se aliarmos a expertise que nós temos com o propósito de uma startup, podemos gerar muito valor em nossa operação” explica Potzmann.

Iniciativas

O programa é um propulsor para práticas que estão no DNA da Companhia. Em três anos de operação, foram desenvolvidos softwares de previsão e monitoramento que oferecem mais segurança às operações e aos colaboradores.

Projetos como Detector de Trilhos Quebrados (DTQ), o aplicativo Chave na Mão – que oferece ao maquinista cronograma de trabalho, ponto, repouso, holerites e férias – e o sistema Supervisório, patenteados pela Companhia, tornaram mais eficazes e rápidas a gestão do transporte de cargas e as avaliações e reparos de segurança da ferrovia, permitindo uma redução de 46% nos índices de acidentes ferroviários.

Ao incorporar o pensamento ágil das startups com conceitos como “experimentar, falhar, aprender e repetir”, os benefícios para a companhia são diversos. A fim de atualizar métodos, estimular o networking e incentivar a pesquisa, a Rumo participa ativamente de workshops e espaços criativos, com destaque na organização do Distrito Spark CWB e de parcerias com o Senai.

“Por meio da troca de experiências com empresas que também estão se transformando, encontramos tendências que podemos aplicar em nossa cultura. Mais que isso, a Rumo ganha destaque por apresentar suas mudanças internas como modelo a outras organizações”, completa gestor de inovação da Companhia, Lucas Tomas.