Por que o Google rompeu com a desenvolvedora do sucesso Pokémon GO?

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Por Lucas Bicudo

14 de julho de 2016 às 12:24 - Atualizado há 4 anos

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Após o sucesso da Niantic Labs com Pokémon GO, seria realidade aumentada a nova Moby Dick do Google? A companhia deixou escapar de seus dedos uma oportunidade única?

À essa altura, você já deve estar inserido dentro do hype por detrás do game que explodiu as estruturas do mundo na última semana. A ideia do jogo é simples: capturar os personagens da Nintendo em ambientes do mundo real, através de realidade expandida. Trata-se de um dos primeiros cases de sucesso da tecnologia para as massas, ao lado do Snapchat.

E o que isso tem a ver com o Google? Bem, antes de Pokémon GO ser o que é hoje, tudo começou com uma piada de 1º de Abril. A Niantic era propriedade da gigante de tecnologia na época e você podia capturar Pokémons através do Google Maps. Ou seja, esse case de sucesso das massas podia ser mais um do Google.

Mas não é. A desenvolvedora de games caiu fora do Google com a reestruturação societária da Alphabet no ano passado. As razões pelo rompimento são bem particulares, mas foram expostos alguns obstáculos para o crescimento da companhia com a nova anatomia de estrutura experimental do Google.

A Niantic começou como um sonho de John Hanke, a figura por detrás do Google Maps e Earth. A ideia era desenvolver tecnologia top de linha para o sistema de mapeamento do Google. O laboratório lançou outros aplicativos no mesmo estilo, como o Field Trip e Ingress.

O projeto foi desenhado para ser uma unidade autônoma de negócios do Google pré-Alphabet. O plano era que sua tecnologia fosse reutilizada internamente, ou que fosse revendida posteriormente por preços mais altos. Como a empresa estava cada vez mais sendo caracterizada como uma empresa de game – e não uma do Google – a escolha foi por sua venda.

Outro problema dessa caracterização seriam as parcerias. O Google ama plataformas, como sua loja de aplicativos e mapas, e quer manter-se neutro nessa política, sem transparecer favorecimento para um desenvolvedor ou outro. Sendo assim, para parcerias potenciais, como a Nintendo, é muito mais fácil se aliar a uma companhia independente do que uma líder mundial.

E aí entra o benefício da Nintendo: investiu em uma empresa que acabava de sair de um dos ambientes mais inovadores do mundo, conseguindo para si um produto. A inovação não estava dentro da própria Nintendo, estava no mercado – e o investimento pagou maravilhosamente, registrando alta de mais de 60% nas ações da empresa em apenas cinco dias.

(via Recode)

Mensagem da Brasil Ventures 

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