Next5: propósito já não é um diferencial; é uma necessidade de todas empresas

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Por Lucas Bicudo

25 de setembro de 2017 às 17:48 - Atualizado há 3 anos

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Para se preparar para as mudanças que estão por vir, a Liberty Seguros lançou o Next5, um estudo que revela as tendências que devem transformar o mundo dos seguros nos próximos cinco anos. Dividido em quatro grandes temas – “Sociedade fluida”, “Tecnologia a serviço das pessoas”, “Ter ou experimentar” e “Sustentabilidade humana”, o relatório aborda assuntos como flexibilização, big data, cultura de personalização e plataformas. Já falamos de Modernidade Líquida, “Tecnologia a serviço das pessoas”, “Ter ou experimentar?” e hoje damos sequência com “Sustentabilidade humana”.

A ecologia é um assunto amplamente discutido há muitos anos e espera-se que a maioria das empresas tenha essa preocupação. Atualmente a discussão que vem ganhando força é a sustentabilidade humana. Qual o impacto dos seus serviços no seus consumidores, colaboradores e comunidade?

Enquanto na América do Norte a maioria dos colaboradores querem saber como a sua empresa cuida do seu impacto ambiental, nos países em desenvolvimento as pessoas estão mais focadas no seu bem-estar. Nesse cenário, o foco na sustentabilidade humana ganha força em países como o Brasil e tem o potencial de realmente transformar a ótica das pessoas em relação a sua marca.

De olho nessas tendências, a Liberty está promovendo sua própria iniciativa de conexão com startups: o Programa Liberty Open CoLab.

Um dos principais insights para os próximos anos é que viveremos anos de instabilidade, com problemas complexos, e pedidos de soluções cada vez mais únicas. Isso tem impacto profundo em como as empresas devem estar estruturadas. É preciso abordar questões fundamentais como uma força de trabalho que se encontra completamente desengajada.

Uma forma de repensar a relação empresa e colaborador, é utilizar as mesmas lentes e energia que usam para compreender e melhor atender seus consumidores para cuidar dos seus. Se compreendemos que o consumidor pede flexibilidade, tratamento personalizado, e conveniência, porque não prover as mesmas qualidades para as equipes?

O objetivo é criar verdadeiros aliados da marca, empreendedores internos, que estão conectados com os propósitos da empresa e vão entregar o seu melhor para alcançá-los. Colaboradores precisam ser motivados a experimentar, errar e tentar de novo, sem medo de represálias severas. É crucial que a tecnologia esteja inserida nos processos da empresa para libertar os colaboradores de tarefas sacais e permitam que utilizem sua criatividade para criar soluções para os novos desafios complexos. Também é preciso gerar canais de comunicação mais horizontais, permitindo que inovações sejam implementadas com facilidade e agilidade.

Porque essa tendência é importante para o setor? Os profissionais estão mudando, requerendo cada vez mais liberdade de criação e flexibilidade. Profissionais pressionados e “enjaulados” não edificam pensamentos criativos e não se sentem realizados e satisfeitos ao final do dia, rendendo sempre no mesmo nível. Enquanto isso, profissionais empoderados e livres para arriscar e criar trazem mais ideias ao dia a dia e tornam-se “embaixadores da marca”, tratando a empresa em que trabalham como própria, e sempre se arriscando a irem além. Por isso, o nome “intraempreendedores”. Todos os funcionários devem ser empreendedores de suas empresas.

O ramo de seguros representa um desafio para esses caras. Mesmo que a empresa providencie espaço para seus funcionários, a legislação antiquada limita o poder de criação deles. Assim, as mudanças criadas muitas vezes são internas e dificilmente possuem uma visibilidade adequada do mercado.

Introduzir ao cotidiano da empresa prioridades ligadas à responsabilidade ambiental e social não é mais uma opção dentro das companhias, é um dever, que é cobrado e avaliado pelo mercado, tal como alinhamento ético e moral. Não traz solidez demonstrar ações da companhia apenas através de campanhas e anúncios, o que é cobrado pelos consumidores são projetos e impactos comprovados.

É necessário mostrar ao público as ações desenvolvidas e trazê-lo para perto para conferir que não são só promessas e palavras bonitas, são atividades reais, que causam impactos reais. Tem que haver propósito, não pode ser só uma campanha de marketing.

O engajamento com questões da sociedade pode se tornar uma ferramenta poderosa para gerar propósito entre seus colaboradores e lealdade com os consumidores. Marcas como a TOM’s, que doam um calçado para cada calçado comprado, comprovam que é possível ter sucesso mesmo com produtos mais caros, mas tendo uma causa por trás.

As empresas do Vale do Silício estão aplicando sua tecnologia e conhecimento para lidar com questões maiores. Mark Zuckerberg está criando uma escola e o Google está abordando questões de planejamento de cidades com a startup Sidewalk Labs. A estratégia além de conectar a empresa com a comunidade que atua, abrindo infinitas possibilidades de negócios, também demonstra sua capacidade tecnológica e poder intelectual.

São muitas as possibilidades. O diferencial é que esse propósito se demonstre conectado e integrado a estratégia da empresa, seus processos e serviços.

A Liberty, com o Open CoLab, busca por aquelas que tenham soluções relacionadas a 4 componentes, que juntos, serão testados e possivelmente ofertados pela seguradora no futuro. São eles: soluções sob demanda, pelo qual o usuário é capaz de ativar ou desativar ofertas quando achar necessário; solução de meio de pagamento pré-pago (utilização de créditos); benefícios (cashback); e P2P (peer to peer), através de recomendações de seguros. Se você possui uma startup voltada a um desses desafios, clique aqui, inscreva-se e participe!

Trata-se de uma oportunidade de gerar receita ao ser contratado como fornecedor ou parceiro da Liberty, sem nenhuma cessão de participação; oportunidade de testar sua solução em situações reais numa empresa inovadora, com participação significativa no mercado; e oportunidade de contato com diretores, gerentes e especialistas da Liberty e receber feedback sobre a aderência de sua solução.

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