Isso é o que as empresas que serão destruídas entenderam de errado

Da Redação

Por Da Redação

25 de abril de 2017 às 13:32 - Atualizado há 4 anos

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Quando uma nova tecnologia chega no seu segmento de atuação, o que você faz? Estuda como você pode se adaptar ou continua a trabalhar como se nada tivesse ocorrido? Bom, se você está na segunda opção, talvez você esteja fadado a morrer.

Quando seu segmento está prestes a ser disruptado, o que você precisa fazer imediatamente é pensar em como a indústria está se movimentando. E entender qual a métrica econômica de valor do seu segmento. Os vencedores serão sempre os que conseguem identificar a nova unidade de valor antes do resto.

Um exemplo fácil: a indústria automotiva está passando por mudanças e as montadoras sabem disso. A antiga métrica econômica de valor eram quantos carros você conseguia vender em um determinado tempo. Isso ainda é aplicável ainda hoje, mas com a revolução dos carros autônomos e dos aplicativos de ride-hailing (como Uber, 99, Easy…) as métricas estão mudando.

Algumas montadoras entenderam isso e estão reposicionando como “empresas de mobilidade” e tentando ressurgir de outra forma no futuro – isso envolve Ford, GM e até mesmo a novata Tesla. Conforme os números da nova economia do mercado automotivo mudem, as empresas precisam se adaptar para conseguir lidar com isso. Se o novo valor estiver em disponibilizar uma frota capaz de levar pessoas do ponto A até o ponto B sob demanda, então é esse o caminho que todo o segmento precisa seguir. E somente as empresas que entenderem isso sobreviverão.

Um outro bom exemplo é a indústria da música. Se perguntasse 20 anos atrás qual era a métrica de sucesso, você provavelmente ouviria que era a quantidade de discos vendidos. Desde então, a métrica passou para downloads (modelo iTunes) e depois streaming (modelo Spotify). Interessante notar que a Apple, que liderou a primeira disrupção teve que se adaptar e adotar o segundo recentemente, com o Apple Music.

Morte ao intermediário

Uma das melhores coisas que a tecnologia está fazendo é eliminando os intermediários do capitalismo. Ou seja, aqueles vendedores que eram necessários para alcançar os clientes, ou pessoas que fazem a ponte entre sua empresa e o consumidor final. Pense, por exemplo, nos corretores de seguro. Agora ficou fácil entrar em um site e fazer teu seguro online.

E a cada disrupção, intermediários do capitalismo morrem. Não entender quais métricas são relevantes podem levar a morte dos intermediários errados: ou seja, na indústria da música, ao invés de apostar na morte das lojas de músicas físicas, alguém apostou na morte das gravadoras (que agregam valor agregando artistas). E quem fez isso errou e pode ter arriscado seu negócio.

Inovar não é algo fácil e muito menos algo rápido de se fazer. Tentamos ensinar corporações a inovarem através de um e-book gratuito chamado “Como Inovar nas Corporações”, pois entendemos que startups podem ser o caminho para isto.

Isso é altamente necessário para permitir que as empresas sobrevivam ao momento em que estamos vivendo. Permita-se a entender o que está acontecendo e a pensar em como seu segmento estará nas próximas décadas – compreendendo quais são as métricas que lhe serão relevantes para fortalecer ainda mais sua empresa.

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