Bradesco foca em inovação com escritórios exclusivos em São Paulo e Nova York

Avatar

Por Isabela Borrelli

15 de agosto de 2017 às 20:22 - Atualizado há 4 anos

Logo Novo Curso

Transmissão exclusiva: Dia 08 de Março, às 21h

Descubra os elementos secretos que empresas de sucesso estão usando para se libertar do antigo modelo de Gestão Feudal de Negócios.

Inscreva-se agora
Logo Cyber Monday 2020

Só hoje, nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Durante a maior conferência de fintechs do Brasil, Luca Cavalcanti, diretor executivo do Bradesco, anunciou uma grande novidade para a instituição financeira: a inauguração de dois escritórios focados em inovação, um localizado em São Paulo e outro em Nova York.

O ambiente de São Paulo é um habitat focado em promover um ecossistema preparado e aberto para startups. O local, um prédio de 10 andares próximo à Avenida Paulista, surge com o objetivo de trazer apenas players que estão preparados para inovar, sejam eles startups, educadores, investidores, entre outros. O habitat abrirá no final de agosto para os que tiverem interesse em integrá-lo poderem visitar.

Não só isso, mas a iniciativa é uma parceria com a WeWork,  rede de coworkings. Quando questonado o porquê de contratar a empresa para penar o espaço do habitat, Luca Cavalcanti é categórico: “A WeWork tem conceito de coworking, de trabalho colaborativo imbatível, com grande experiência no mercado. Ela traz um conceito absolutamente inovador e, o principal, focado na colaboração”,

Já o escritório em Nova York, cidade que é referência mundial no mercado financeiro, foi possível devido a um relacionamento de muitos anos do banco com um grupo de grandes executivos do mercado financeiro. Esse grupo formou uma empresa que buscou bancos não concorrentes em mercados diferentes para integrarem a iniciativa.

“O laboratório será inaugurado em setembro e os executivos começarão a prospectar mercado, selecionar empresas e trazê-las para dentro desse ambiente para que os bancos [selecionados], com seus representantes, possam fazer análises, conversas e discussões”, detalha Cavalcanti. O diretor ainda revelou que há planos futuros para cruzar as experiências internacionais e nacionais.