Na Visa, executivos viram mentores e transformam suas carreiras

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Por Colaborador da StartSe

22 de junho de 2018 às 16:31 - Atualizado há 2 anos

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Depois de lançar a maior versão de seu programa de aceleração no país, em março, a Visa resolveu fortalecer internamente a ideia de inovação aberta, ou seja, com o auxílio de startups, que tem implementado nos últimos dois anos. O objetivo é que cada vez mais os funcionários se tornem mentores para as startups. Somente em 2018, 33% do quadro total de colaboradores no Brasil passou a integrar o time de mentores espontaneamente, número 40% maior do que em 2017. Suas funções nesta posição passam a mostrar caminhos, direcionar aprendizados e, principalmente, trocar experiências.

Não existem regras no programa, somente orientações. Tanto para quem dá a mentoria como para quem recebe. Para a diretora de Recursos Humanos da Companhia, Priscila Monaco, todos saem ganhando com a experiência: “No princípio, algumas pessoas achavam que sua trajetória não era tão relevante, mas foram enxergando suas habilidades ao longo do processo e, agora, se voluntariaram para dar mentoria às startups em aceleração”.

Priscila se refere às 14 empresas que foram selecionadas no início do ano e às outras 15 que serão escolhidas até o dia 7 de julho, prazo final para as inscrições de startups que quiserem integrar a segunda turma do Programa de Aceleração da Visa. Serão selecionadas startups em estágio embrionário (classificadas como Start – inscrições aqui); e aquelas que já estão estabelecidas no mercado (batizadas de Growth – inscrições aqui). A empresa está em busca de startups com soluções focadas em pagamentos, gestão financeira, empréstimos, investimentos, financiamentos, seguros e bitcoin, blockchain, experiência em loja, IoT, automação comercial, soluções para e-commerce e gestão de vendas. As escolhidas poderão receber até R$ 205 mil em benefícios. O programa também é equity free.

 Dentre as atividades que desenvolvem, como bootcamps e imersões, está o acompanhamento das startups. É o caso do diretor de Relações Governamentais da Visa do Brasil, Gustavo Noman. “Por atuar em uma área muito específica, que lida com governo, achei que tinha pouco a oferecer aos empreendedores de tecnologia. Mas, para minha surpresa, estou auxiliando na adequação do modelo de negócio das empresas à legislação brasileira. Isso é muito gratificante e transformador para mim”, conta Gustavo.

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