5 lições que sua empresa pode aprender com as startups

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Por Lucas Bicudo

8 de novembro de 2017 às 15:47 - Atualizado há 3 anos

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Afinal, o que é uma startup? Há bastante espaço para discussão e interpretação do significado real do que é uma startup. Muitas pessoas dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup. Outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores. Há ainda quem diga que a “tia do cachorro-quente” é uma startup e uma franquia de lanches é uma empresa. Se desmembrando a palavra, como dito anteriormente, chegamos ao ato de iniciar algo, seria todo empreendimento um dia uma startup?

Há uma definição que parece sanar da melhor maneira possível essas pontas soltas e diferentes interpretações que continuam a rodar pela boca do povo: uma startup é um grupo de pessoas de perfil de empreendedor à procura de um modelo de negócios repetível, escalável e tecnológico, normalmente apresentado em um cenário de incertezas e questões.

Esse modelo influencia outras companhias maiores, que estão remodelando todo o seu negócio para buscar justamente essa veia inovadora, que fica travada na burocracia dos grandes mercados. Esse é o Corporate Venture, caso da Nimbi, especializada em gestão de compras para a cadeia de suprimentos. A companhia investiu R$ 40 milhões para modernizar toda a sua plataforma, reduzindo os custos de adoção para as empresas que a utilizam. Com uma história de mais de 15 anos, a empresa mudou não apenas a sua tecnologia, mas também a sua marca e até a sua sede para se adaptar à inovação buscada – muito inspirada em plataformas como Netflix e Spotify.

Antes de prosseguir, dê uma olhada nisso: Esse é um claro esforço de uma gigante do mercado para se reinventar. A Nova Economia está revolucionando a cultura de gestão corporativa. A tecnologia tem desafiado modelos de negócios estabelecidos. As boas práticas de gestão e governança são importantes, mas não aceleram mudanças disruptivas.

Existe um novo ecossistema de inovação que quer tomar o mercado dos incumbentes. Como juntar forças e se beneficiar dessa conexão, visando tanto a inovação radical, quanto a inovação incremental? Aprenda quais são os melhores caminhos para fortalecer seus negócios somando forças com as startups em um evento exclusivo que estamos promovendo para São Paulo, voltado para empresas de qualquer tamanho que querem se manter competitivo nos próximos anos.

Veja abaixo cinco lições destacadas pelo sócio-diretor da empresa, Carlos Henrique Campos:

Defina um ambiente inovador e criativo

Empresas já consolidadas devem criar ou mesmo remodelar o seu ambiente de trabalho, de modo a deixá-lo mais criativo e empolgante. “Com isso é possível nortear uma nova cultura dentro da empresa, estimulando valores que são regidos por inovação, criatividade, além do senso crítico e de equipe, para que todos possam trazer novas ideias”, afirma o executivo.

Atualize-se às novas tecnologias

É preciso se espelhar em sinônimos de inovação, com empresas disruptivas como Netflix, Uber e Spotify. A dinâmica do mercado convida à reinvenção e observar como as startups executam.

Faça o colaborador se sentir em casa

Não há mais espaço para uma cultura organizacional baseada em regras antiquadas e ultrapassadas. A chamada geração millennial – que são os nascidos entre 1977 e 2000 – são profissionais hiperconectados, otimistas, que conhecem profundamente a tecnologia, são atraídos pela inovação, tem grande poder de compra e são idealistas. “É preciso entender esse profissional, dando a assistência necessária para que ele possa ter a autoestima elevada para poder inovar dentro da empresa”, afirma Campos.

Quebre as hierarquias

Em uma cultura corporativa convencional, é comum ter os cargos de chefia, de gerência e de execução. Trabalhar de forma horizontal, de igual para igual, foi um diferencial das startups. Não estipular essa hierarquia de forma definida também pode ter um impacto positivo para os colaboradores da empresa, avalia Campos. “Eliminar as nomenclaturas tradicionais pode servir para unir a equipe, dando a todos os integrantes o mesmo peso”, afirma.

Transponha as metodologias ágeis

Para organizar os processos internos e otimizar a gestão do desenvolvimento de produtos ligados à tecnologia, metodologias ágeis podem ser implementadas em outras áreas da empresa, segundo Campos. “É possível utilizar essas metodologias em áreas como marketing e recursos humanos”, diz o executivo. “Tudo isso ligado à cultura de startups, que nada mais é do que a aplicação de ideias inovadoras, colocadas em prática no curto prazo”, complementa.

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