Com uso de tecnologia, Centauro transforma lojas físicas em pontos de experiências

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

8 de agosto de 2019 às 08:24 - Atualizado há 1 ano

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Uma empresa que nasceu no varejo físico e está passando por transformações para abraçar a tecnologia. Essa é a Centauro, segundo Pedro Zemel, CEO da companhia. Para o executivo, aqueles que não se adaptarem às rápidas mudanças se tornarão irrelevantes. Pensando nisso, a empresa está se reinventando, sem perder sua essência. “Somos uma empresa que conecta a comunidade do esporte a produtos, serviços e experiências”, explicou Zemel durante a VarejoTech Conference, realizada pela StartSe.

A transformação da Centauro é focada em dois pontos: oferecer um serviço excepcional e ter uma relação com o cliente além da transacional. “Existe uma discussão se o varejo físico vai acabar. Se a sua loja for um lugar apenas para trocar produto por dinheiro, talvez não precise existir de verdade. Começamos a pensar em como transformar nossa loja em um ponto de experiência”, contou Zemel.

Foco no cliente

Um dos primeiros passos foi entender a experiência do cliente e como torná-la mais simplificada e personalizada. Hoje, durante uma venda, os funcionários da Centauro oferecem aos clientes seis opções de produtos. Para deixar o processo mais eficaz, a empresa usa tecnologia. “Em nossas novas lojas, o vendedor pode escolher três itens e um algoritmo com inteligência artificial dá as outras três opções”, explicou Zemel. A solução faz uma análise de produtos semelhantes que atendem as necessidades do cliente naquele momento.

Já os provadores ganharam telas interativas, com um recurso que permite que o clientes solicitem rapidamente um tamanho menor ou maior de uma peça que não serviu. Por fim, as compras podem ser realizadas em qualquer lugar da loja com funcionários equipados com soluções de pagamento móvel.

“Para os clientes que só querem buscar sua compra na loja, nós mandamos um código. Eles digitam em um armário, pegam o produto e vão embora”, contou Zemel. Neste novo cenário, segundo o executivo, as lojas físicas têm o importante papel de tornar o serviço multicanal da empresa ainda melhor. “Essa transformação tem que acontecer no jeito de trabalhar. O mundo está mudando rápido, e temos que nos preparar para andar mais rápido ainda”.