Após 20 anos de falência, varejista Mappin anuncia retorno com e-commerce

João Ortega

Por João Ortega

7 de junho de 2019 às 11:23 - Atualizado há 1 ano

Logo ReStartSe

Inscreva-se para o maior e mais audacioso evento de inovação, tecnologia e transformação digital já feito na América Latina. 30 dias que vão mudar sua visão de mundo, dos seus negócios e da sua carreira.

Online e totalmente gratuito - 01 a 30 de outubro/2020

A Mappin, rede de lojas de departamento que atuou em São Paulo entre 1913 e 1999, está retomando suas operações. Depois de 20 anos de decretar falência, a empresa anunciou seu retorno, só que desta vez no universo digital, com uma plataforma de e-commerce.

A volta está prevista para a próxima segunda-feira (10), sob o comando do Blue Group, que é responsável pela operação online das Lojas Marabraz. A plataforma da Mappin terá 15 mil produtos próprios a venda, nas áreas de casa, mesa, banho, decoração, jardinagem e relacionados. Além disso, funcionará no serviço um marketplace com cerca de 50 mil itens vendidos por terceiros.

Segundo apuração do portal G1, a meta é expandir o marketplace para 500 mil produtos até o final do ano. Os investimentos do grupo da Marabraz foram de aproximadamente R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões para compra da marca Mappin por leilão, em 2009, R$ 4 milhões em desenvolvimento de tecnologia para o e-commerce e R$ 1 milhão em custos de operação.

Abdul Feres, sócio da Marabraz, afirmou à Exame que quer dar aos clientes “uma experiência omni canal”, o que significa uma plataforma que integra o online e o offline. Portanto, o segundo passo da estratégia da Mappin será abrir lojas físicas em diversas cidades do país.