Em alta: Rappi super aplicativo, advogado 4.0 e chegada do banco Revolut

Confira o que aconteceu de mais interessante no ecossistema de startups, tecnologia e inovação nesta semana

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Confira o que aconteceu de mais interessante na última semana! Para começar, a StartSe realizou dois dos maiores eventos do ano: a fintech Conference e LawTech Conference. Lá, descobrimos desde a chegada de um banco digital inglês no Brasil ao método de investimento do Softbank em startups da América Latina.

Banco digital Revolut planeja chegada ao Brasil

O banco digital inglês Revolut está abrindo sua operação no Brasil. Ele será interessante principalmente para os viajantes: a fintech oferece conversão instantânea e gratuita de uma moeda para outra, transferências para o exterior em tempo real, entre outros serviços. O anúncio foi feito na Fintech Conference por Val Sholz, responsável pela área de expansão do banco.

Nubank contrata ex-diretora de RH do Twitter

O Nubank anunciou a contratação de Renee Mauldin, ex-diretora de RH do Twitter de São Francisco, nos Estados Unidos. A profissional será responsável pela cultura e gestão de pessoas da empresa. Uma de suas atividades é auxiliar na contratação de funcionários – e ela terá muito trabalho pela frente! Além das vagas que já estão abertas, o Nubank planeja construir um time de 100 pessoas no México até o final do ano.

Como a Rappi está se tornando um super aplicativo

A Rappi foi criada como uma empresa de delivery de produtos, mas sua nova solução de pagamentos, o Rappi Pay, agora a assemelha também a uma fintech. Rogério Pagliari, líder da iniciativa, contou como a empresa deseja se tornar um aplicativo completo para os clientes. A startup realiza o delivery de todo e qualquer produto, e agora pode realizar também transferências de dinheiro entre usuários e pagamento por QR Code (semelhante ao realizado na China com a Tencent e Alibaba).

Fundador da Creditas explica como crescer de forma exponencial

Sergio Furio foi um dos palestrantes presentes na Fintech Conference. A partir de sua experiência na fintech Creditas, ele explicou três iniciativas para crescer sua empresa de forma exponencial. Um spoiler? Semelhante à Rappi, a Creditas também acredita em uma experiência completa para o consumidor.

Softbank revela como investirá em startups da América Latina

E as novidades do Fintech Conference não acabam por aqui. A Softbank anunciou recentemente a criação do Innovation Fund, focado em startups da América Latina. Felipe Fujiwara, porta-voz do Softbank, contou os planos do grupo para as startups e como deverão investir os US$ 2 bilhões que possuem em caixa.

Advogado 4.0: a programação de códigos fará parte do ensino jurídico

Já no Lawtech Conference, evento sobre as inovações no setor jurídico, Ivar Hartmann discutiu a importância do ensino de programação nos cursos de Direito. Para ele, o futuro da profissão está nas lawtechs e tecnologia, citando como exemplo os cursos já existentes em Harvard e na FGV Direito Rio.

Como a Thomson Reuters está investindo em inovações jurídicas

Para Nick Jarema, vice-presidente da Thomson Reuters Ventures, o mercado jurídico chegou em um ponto de virada. Ele conta que as tecnologias como inteligência artificial e blockchain estão cada vez mais acessíveis no setor e como a Thomson Reuters está investindo em startups.

Como o Mercado Livre atingiu 98,9% de “desjudicialização”

Ricardo Marques, gerente jurídico sênior do Mercado Livre, contou na LawTech Conference como a empresa está utilizando a tecnologia para resolver conflitos. Ao invés de gastar tempo e dinheiro da empresa e dos clientes em processos jurídicos, a empresa está apostando na ODR – resolução de disputas online. A iniciativa garantiu 98,9% de não-judicialização na resolução de conflitos.

5 livros que você não pode deixar de ler, segundo Bill Gates

O fundador da Microsoft é conhecido por ser um ávido leitor. Ele recomendou cinco livros para a leitura dessas férias – e os títulos falam desde sobre as propriedades do sangue a guerras e capitalismo. Confira a lista e o porquê Gates os recomenda.

Brasil é o pior colocado entre 25 países para receber carros autônomos

Uma pesquisa da KPMG e ESI ThoughtLab enumerou os 25 países mais aptos para receber carros autônomos. As empresas avaliaram a legislação e política, tecnologia e inovação, infraestrutura e aceitação dos habitantes. O Brasil havia sido avaliado em 17º no ano passado e caiu 8 posições no ranking, ficando em último lugar. Veja a lista completa.

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