3 desafios na hora de investir em ativos digitais

Isabella Carvalho

Por Isabella Carvalho

28 de março de 2019 às 17:30 - Atualizado há 1 ano

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Nos últimos meses, muito se tem falado sobre blockchain e criptomoedas. Carlos Gamboa, sócio fundador da Fisher, Venture Builder focada em Fintechs, acompanhou de perto a popularização da tecnologia. “Em 2017, teve um grande boom. Foi um período de experimentações e também o ano em que montei a Fisher”, contou o executivo durante o Cripto & Blockchain Day 2019. A startup atua como uma “fábrica de fintechs” e lida com a tecnologia em seus processos.

Já Henrique Mascarenhas, sócio fundador da Cryptolands.io, viajou para os Estados Unidos em 2014 para entender as novidades que estavam surgindo. “Conheci o bitcoin, o blockchain e virei um entusiasta da tecnologia. Resolvi empreender nesse mercado com uma startup baseada em blockchain”, contou. Apesar do crescimento das criptomoedas, o uso ainda é limitado. Durante o evento da StartSe, os empreendedores falaram sobre os desafios de investir em ativos digitais. Entenda alguns deles:

Mindset

Segundo Mascarenhas, as criptomoedas ainda não são bem aceitas. “O bitcoin é mal compreendido. As pessoas acham que ele serve para lavar dinheiro, comprar drogas, quando na verdade é uma revolução social. Ele pode ser usado para o bem. Mas isso ainda é uma barreira”, afirmou o executivo.

Usabilidade

A usabilidade e os termos técnicos que envolvem o blockchain e o investimento em ativos digitais também representam uma barreira. “O bitcoin ainda é difícil de usar. Tem códigos enormes e as pessoas têm receio de perder dinheiro. Com o tempo, acredito que essa será uma barreira mais fácil de resolver”, ressaltou Mascarenhas.

Ecossistema

Por fim, o ecossistema ainda não está 100% preparado para a tecnologia. “Temos todo um ambiente sendo transformado, o que faz com que o governo e instituições se assustem e resistam à essa mudança, com receio de perder poder com a popularização”, disse Henrique.