StartSe no Mundo: uma startup melhorou em até 76% o aprendizado em Harvard

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Por Eduardo Glitz

16 de Maio de 2016 às 12:53 - Atualizado há 4 anos

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Estamos na ilha de Bali, na Indonésia. E aqui esta sendo construída uma das ferramentas que irão revolucionar a forma como as pessoas são educadas em escolas e universidades. Muitos talvez pensem que o futuro será com todos na sala de aula utilizando um notebook ou tablet, ou aulas pela internet. Mas a Labster, uma startup com escritórios na Indonésia e na Dinamarca, já está provando que o futuro será, na verdade, bem diferente.

Segundo Michael Bodekauer, co-founder da empresa, uma das maiores inspirações para a Labster são os simuladores de voo. Para ele é o único formato de educação que evoluiu. Afinal, todo o resto que temos hoje nada mais é do que usar o conteúdo dos livros, digitalizar e distribuir pela internet. E isto não é uma verdadeira revolução, pois ainda estamos ensinando como se fazia a muitos anos atrás. Então porque não criar algo realmente diferente inspirado no simulador de voo? E foi assim que surgiram os laboratórios virtuais.

Estamos falando de laboratórios baseados em realidade virtual que simulam os mais diversos ambientes. Lembram daquele laboratório de química, com muitos vidrinhos, substâncias e fumaças? Isto é um dos simuladores da Labster. Mas não pense que estamos falando de analises químicas básicas. O simulador já é utilizado pelas mais renomadas universidades do mundo, como por exemplo MIT e Harvard. Além de simular, ele é integrado com o conteúdo didático através de gameficação, tornado o processo de aprendizagem mais leve e eficiente. Tudo isto resulta em um aumento de 76% na absorção de conteúdo pelos alunos, quando comparado ao formato tradicional de ensino. Uma verdadeira revolução!

Em Bali são 15 pessoas que compõem a startup, todas elas dedicadas ao desenvolvimento tecnológico. Com um clima leve de trabalho, pés descalços e muita interação a equipe é altamente orgulhosa da revolução que estão participando. Já são mais de 50 laboratórios diferentes construídos por eles e que qualquer um pode acessar usando um smartphone e um óculos de realidade virtual. A visão da empresa é clara, eles querem dar as ferramentas para que a próxima geração de cientistas possa mudar o mundo. E nós iremos acompanhar.
Este conteúdo faz parte do projeto StartSe no Mundo, uma viagem empreendedora por mais de 40 países. Conheça o site do projeto clicando aqui e inscreva-se para receber conteúdos exclusivos ao longo da jornada, que podem inspirá-lo e adjudá-lo a empreender. E não deixe de assistir nosso hangout sobre o que a Austrália e Nova Zelândia podem ensinar para o Brasil!

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