Promotor argentino pede prisão de executivos após Uber desobedecer justiça

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Por Lucas Bicudo

2 de fevereiro de 2017 às 16:47 - Atualizado há 5 anos

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Um promotor pediu a uma juíza argentina que prendesse executivos da Uber no país. Além disso, um tribunal ordenou que as atividades da startup parassem depois de protestos dos sindicatos dos taxistas.

Em abril do ano passado, a corte de Buenos Aires disse que a companhia estava violando os padrões de transporte da Argentina e mandou que parasse suas operações. O aplicativo continuou mesmo assim.

Na capital, motoristas de taxis bloquearam ruas em protesto contra a Uber, alegando que a atividade os prejudica, já que os preços das corridas do aplicativo são mais baratos que as cobradas pelos motoristas sindicalizados.

“Os executivos da Uber nunca cessaram as suas infracções e continuaram a ignorar completamente as ordens judiciais”, disse o promotor em uma declaração. “Passaram-se nove meses desde que eles começaram a violar a ordem de fechamento da empresa e continuam fazendo uso indevido do espaço público”.

A startup, que tem três dias para apelar à ordem judicial, não teceu nenhum comentário. Essa não é a primeira vez que a companhia entra em conflito com as autoridades governamentais; já foram vários casos ao redor do mundo. Serviços de táxis e grupos sindicais têm sido forte opositores ao lançamento do Vale do Silício.

Alguns táxis amarelos e pretos tradicionais de Buenos Aires ostentam sinais que dizem “no Uber.” A mensagem “Uber = Fake Taxi” também foi postada em outdoors e edifícios.

“Apesar dos obstáculos que continuam a ser colocados em nosso caminho, os negócios da Uber e os planos para sua expansão continuam”, declarou a empresa em um post em seu website no último mês de junho.

(via Business Insider)

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