K2 Global anuncia fundo de VC internacional no valor de US$ 183 milhões

Avatar

Por Lucas Bicudo

24 de fevereiro de 2017 às 10:42 - Atualizado há 4 anos

Logo Black Friday 2020

Nossos melhores Cursos Executivos ou Programas Internacionais com até 50% off

Quero saber mais

Vem aí a melhor formação de líderes do Brasil

Logo Liderança Exponencial Aprenda as novas competências fundamentais para desenvolver uma liderança exponencial e desenvolva diferenciais competitivos para se tornar um profissional de destaque no mercado.

100% online, aulas ao vivo e gravadas

Próxima turma: De 14 a 17/Dez, das 19hs às 22hs

Inscreva-se agora

K2 Global está anunciando um fundo de venture capital no valor de US$ 183 milhões para startups de early stage com aspirações globais. Com uma equipe descentralizada e sem escritório de Sand Hill Road, a K2 pretende trazer o Vale do Silício para o investimento em tecnologia internacional.

Em contraste ao Sequoia e KPCB, que historicamente tentaram construir uma presença na Ásia dedicando equipes de investimentos independentes para a região, a K2 quer o mundo todo com um único fundo estabelecido em Cayman.

Minal Hasan e Ozi Amanat, co-fundadores e sócios gerais da K2 Global, acreditam que os fundos dos EUA têm tido dificuldades para construir uma presença asiática, em parte, por causa da falta de relações entre as equipes de investimento.

Embora a K2 não tenha atraído muita atenção até agora, ela conseguiu participações no Magic Leap, Twilio, Spotify, Paytm e Paktor. O fundo pode apoiar os empresários que procuram escalar em mercados desconhecidos, oferecendo assistência para superar os obstáculos reguladores de países estrangeiros. A maioria dos sócios da K2 estão fora dos Estados Unidos, em lugares como Singapura, Hong Kong e Indonésia.

Ao contrário de Andreessen Horowitz e outras empresas de VC que procuram se diferenciar com serviços profissionais internos, a K2 não aluga espaços de escritório nem gasta dinheiro em pessoal administrativo.

“Você conhece muito melhor as empresas de seu portfólio”, explica Hasan. “Você só precisa de um escritório se você está apenas preocupado em firmar negócios que você quer”.

As opiniões da empreendedora são baseadas em suas experiências no Vale do Silício. Depois de papéis como desenvolvedora, comerciante de produto e redatora de tecnologia, ela se tornou advogada de startups e capital de risco.

O cenário geral de VC na Ásia é quente, particularmente de empresas investindo em inteligência artificial.

(via TechCrunch)

Faça parte do maior conector do ecossistema de startups brasileiro! Não deixe de entrar no grupo de discussão do StartSe no Facebook e de inscrever-se na nossa newsletter para receber o melhor de nosso conteúdo!

[php snippet=5]